Voriconazol + Colchicina

GraveRisco elevado — pode causar dano significativo ao paciente
Validada por motor farmacologico

O que acontece

Toxicidade grave: mielossupressão, miopatia, neuropatia, falência renal e hepática. Casos fatais relatados com inibidores fortes.

Mecanismo

Voriconazol inibe CYP3A4 (IC50 ~0.2 μM) e P-gp. Colchicina é substrato de ambos; a inibição pode aumentar sua exposição em 2-3 vezes, com risco de toxicidade grave (mielossupressão, rabdomiólise, falência múltipla de órgãos).

📋Conduta Clinica

Evitar associação. Se indispensável, reduzir colchicina: dose máxima 0.5 mg/dia (tratamento agudo) ou 0.3 mg/dia (profilaxia). Monitorar toxicidade.

🔍O que monitorar

Hemograma, CPK, função renal e hepática; sinais de miopatia.

Alternativas

Substituir voriconazol por antifúngico não inibidor (ex: anfotericina B) ou usar AINEs para gota.

📚Referências

Flockhart Drug Interactions Table; Micromedex 2024; FDA alerta colchicina

Perguntas Frequentes

Pode tomar Voriconazol com Colchicina?

A combinação de Voriconazol com Colchicina apresenta interação de gravidade grave. Toxicidade grave: mielossupressão, miopatia, neuropatia, falência renal e hepática. Casos fatais relatados com inibidores fortes. Evitar associação. Se indispensável, reduzir colchicina: dose máxima 0.5 mg/dia (tratamento agudo) ou 0.3 mg/dia (profilaxia). Monitorar toxicidade.

Voriconazol e Colchicina interagem?

Sim, Voriconazol e Colchicina possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve voriconazol inibe cyp3a4 (ic50 ~0.2 μm) e p-gp. colchicina é substrato de ambos; a inibição pode aumentar sua exposição em 2-3 vezes, com risco de toxicidade grave (mielossupressão, rabdomiólise, falência múltipla de órgãos).. A conduta recomendada é: evitar associação. se indispensável, reduzir colchicina: dose máxima 0.5 mg/dia (tratamento agudo) ou 0.3 mg/dia (profilaxia). monitorar toxicidade..

Qual o risco de Voriconazol com Colchicina?

O risco da associação Voriconazol + Colchicina é classificado como GRAVE. Toxicidade grave: mielossupressão, miopatia, neuropatia, falência renal e hepática. Casos fatais relatados com inibidores fortes. Monitorar: hemograma, cpk, função renal e hepática; sinais de miopatia..

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Atualizado em junho/2026

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