Sulfassalazina + Metotrexato
⚠O que acontece
Anemia megaloblástica, mucosite oral, pancitopenia mais frequente que com MTX isolado.
⚙Mecanismo
Ambos são antifolatos: sulfassalazina inibe absorção intestinal de folato + MTX inibe DHFR. Depleção de folato sinérgica.
📋Conduta Clinica
Associação é usada em reumatologia (triple DMARD). OBRIGATÓRIO suplementar ácido fólico 5mg/semana (não no dia do MTX).
🔍O que monitorar
Hemograma mensal, VCM (macrocitose como sinal precoce), folato sérico.
↺Alternativas
Se intolerância: biológico (anti-TNF) substitui a triple therapy.
📚Referências
ACR RA Guidelines 2024; UpToDate 2024; Rheumatology 2019
Perguntas Frequentes
Pode tomar Sulfassalazina com Metotrexato?
A combinação de Sulfassalazina com Metotrexato apresenta interação de gravidade moderada. Anemia megaloblástica, mucosite oral, pancitopenia mais frequente que com MTX isolado. Associação é usada em reumatologia (triple DMARD). OBRIGATÓRIO suplementar ácido fólico 5mg/semana (não no dia do MTX).
Sulfassalazina e Metotrexato interagem?
Sim, Sulfassalazina e Metotrexato possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve ambos são antifolatos: sulfassalazina inibe absorção intestinal de folato + mtx inibe dhfr. depleção de folato sinérgica.. A conduta recomendada é: associação é usada em reumatologia (triple dmard). obrigatório suplementar ácido fólico 5mg/semana (não no dia do mtx)..
Qual o risco de Sulfassalazina com Metotrexato?
O risco da associação Sulfassalazina + Metotrexato é classificado como MODERADA. Anemia megaloblástica, mucosite oral, pancitopenia mais frequente que com MTX isolado. Monitorar: hemograma mensal, vcm (macrocitose como sinal precoce), folato sérico..
Interações Relacionadas
Amiodarona inibe CYP3A4 e P-gp. Colchicina é substrato duplo com índice terapêutico estreito. Aumento de exposição plasmática de 2-3×.
Efeito aditivo no prolongamento do intervalo QT. Ambos são inibidores dos canais hERG (IKr). A amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4, mas a hidroxicloroquina não é substrato relevante dessas enzimas (metabolismo por CYP2C8, 3A4/5 em menor grau). O mecanismo é predominantemente farmacodinâmico, com risco aumentado em pacientes com insuficiência renal (acúmulo de hidroxicloroquina).
Verapamil é inibidor potente do CYP3A4 e da P-gp. A Colchicina é substrato de ambos, com índice terapêutico extremamente estreito. A inibição dupla pode elevar os níveis de Colchicina em 2-4 vezes, com risco de toxicidade fatal.
Verapamil inibe a P-gp intestinal e renal, reduzindo a eliminação da Colchicina. A Colchicina tem índice terapêutico estreito e a inibição da P-gp pode aumentar sua exposição em 50-100%, com risco de acúmulo e toxicidade.
Atualizado em junho/2026
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