Sitagliptina + Digoxina
⚠O que acontece
Aumento marginal da digoxinemia, geralmente sem significado clínico em função renal normal.
⚙Mecanismo
Sitagliptina pode aumentar levemente a digoxinemia (11%) por possível interação em transportadores renais. Clinicamente pouco relevante.
📋Conduta Clinica
Monitorar digoxinemia se paciente em dose no limite superior ou com DRC.
🔍O que monitorar
Digoxinemia de rotina em pacientes com DRC. FC se bradicardia.
↺Alternativas
Associação é geralmente segura. Nenhuma mudança necessária na maioria dos pacientes.
📚Referências
FDA Label sitagliptina; Micromedex 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Sitagliptina com Digoxina?
A combinação de Sitagliptina com Digoxina apresenta interação de gravidade leve. Aumento marginal da digoxinemia, geralmente sem significado clínico em função renal normal. Monitorar digoxinemia se paciente em dose no limite superior ou com DRC.
Sitagliptina e Digoxina interagem?
Sim, Sitagliptina e Digoxina possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve sitagliptina pode aumentar levemente a digoxinemia (11%) por possível interação em transportadores renais. clinicamente pouco relevante.. A conduta recomendada é: monitorar digoxinemia se paciente em dose no limite superior ou com drc..
Qual o risco de Sitagliptina com Digoxina?
O risco da associação Sitagliptina + Digoxina é classificado como LEVE. Aumento marginal da digoxinemia, geralmente sem significado clínico em função renal normal. Monitorar: digoxinemia de rotina em pacientes com drc. fc se bradicardia..
Interações Relacionadas
Amiodarona é inibidor moderado da CYP2C9 (Ki ~5 µM), enzima primária no metabolismo da Glibenclamida. A inibição reduz a depuração hepática em 40-60%, aumentando a AUC da glibenclamida em 2-3x. Isso potencializa o risco de hipoglicemia grave, especialmente em idosos ou pacientes com insuficiência renal.
Amiodarona inibe fracamente a CYP3A4, mas a Sitagliptina é metabolizada minimamente (<15%) por essa via, sendo 80% excretada inalterada na urina. O aumento na exposição à sitagliptina é <10%, sem significado clínico.
Amiodarona inibe fracamente a CYP3A4, enzima que metaboliza a Dexametasona. No entanto, a dexametasona é um indutor potente da CYP3A4, o que pode contrabalançar a inibição. O efeito líquido é um aumento <30% na AUC da dexametasona, com relevância clínica apenas em doses altas (>8 mg/dia) ou uso crônico.
Amiodarona inibe fracamente a CYP3A4, mas a Prednisona é um pró-fármaco convertido a prednisolona (ativa) por hidroxiesteroides desidrogenases hepáticas, independentes de CYP. A prednisolona é metabolizada por múltiplas vias, com contribuição limitada da CYP3A4. O aumento na exposição à prednisolona é <20%, sem relevância clínica.
Atualizado em junho/2026
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