Rifampicina + Escitalopram
⚠O que acontece
Redução dos níveis de escitalopram com possível perda de eficácia.
⚙Mecanismo
Rifampicina induz CYP3A4 e CYP2C19. Escitalopram é substrato moderado dessas enzimas. Redução de AUC ~30-50%.
📋Conduta Clinica
Monitorar resposta. Aumentar dose de escitalopram em até 50% se necessário.
🔍O que monitorar
PHQ-9 ou GAD-7 a cada 2 semanas. Sinais de recaída.
↺Alternativas
Mirtazapina ou vortioxetina.
📚Referências
Flockhart Drug Interactions Table; UpToDate 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Rifampicina com Escitalopram?
A combinação de Rifampicina com Escitalopram apresenta interação de gravidade moderada. Redução dos níveis de escitalopram com possível perda de eficácia. Monitorar resposta. Aumentar dose de escitalopram em até 50% se necessário.
Rifampicina e Escitalopram interagem?
Sim, Rifampicina e Escitalopram possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve rifampicina induz cyp3a4 e cyp2c19. escitalopram é substrato moderado dessas enzimas. redução de auc ~30-50%.. A conduta recomendada é: monitorar resposta. aumentar dose de escitalopram em até 50% se necessário..
Qual o risco de Rifampicina com Escitalopram?
O risco da associação Rifampicina + Escitalopram é classificado como MODERADA. Redução dos níveis de escitalopram com possível perda de eficácia. Monitorar: phq-9 ou gad-7 a cada 2 semanas. sinais de recaída..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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