Rifampicina + Amitriptilina
⚠O que acontece
Queda acentuada dos níveis de amitriptilina com perda de eficácia e risco de recaída em depressão grave.
⚙Mecanismo
Rifampicina induz CYP1A2, CYP2C19 e CYP3A4. Amitriptilina é substrato de múltiplas enzimas (índice terapêutico estreito). Redução significativa de níveis e metabólito nortriptilina.
📋Conduta Clinica
Evitar associação sempre que possível. Se mantido, aumentar dose de amitriptilina 2-3x com monitoramento de níveis séricos (alvo 120-250 ng/mL para amitriptilina + nortriptilina).
🔍O que monitorar
Nível sérico total (amitriptilina + nortriptilina) 12h pós-dose. ECG com QTc. Resposta clínica semanal.
↺Alternativas
Mirtazapina ou sertralina (com ajuste).
📚Referências
Flockhart Drug Interactions Table; UpToDate 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Rifampicina com Amitriptilina?
A combinação de Rifampicina com Amitriptilina apresenta interação de gravidade grave. Queda acentuada dos níveis de amitriptilina com perda de eficácia e risco de recaída em depressão grave. Evitar associação sempre que possível. Se mantido, aumentar dose de amitriptilina 2-3x com monitoramento de níveis séricos (alvo 120-250 ng/mL para amitriptilina + nortriptilina).
Rifampicina e Amitriptilina interagem?
Sim, Rifampicina e Amitriptilina possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve rifampicina induz cyp1a2, cyp2c19 e cyp3a4. amitriptilina é substrato de múltiplas enzimas (índice terapêutico estreito). redução significativa de níveis e metabólito nortriptilina.. A conduta recomendada é: evitar associação sempre que possível. se mantido, aumentar dose de amitriptilina 2-3x com monitoramento de níveis séricos (alvo 120-250 ng/ml para amitriptilina + nortriptilina)..
Qual o risco de Rifampicina com Amitriptilina?
O risco da associação Rifampicina + Amitriptilina é classificado como GRAVE. Queda acentuada dos níveis de amitriptilina com perda de eficácia e risco de recaída em depressão grave. Monitorar: nível sérico total (amitriptilina + nortriptilina) 12h pós-dose. ecg com qtc. resposta clínica semanal..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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