Propranolol + Risperidona
⚠O que acontece
Sedação excessiva, sonolência diurna, comprometimento psicomotor, risco aumentado de quedas em idosos. Depressão respiratória clinicamente significativa é rara, mas possível em DPOC ou apneia do sono.
⚙Mecanismo
Depressão sinérgica do SNC. Propranolol (beta-bloqueador lipofílico com penetração no SNC) potencializa efeitos sedativos da risperidona (antagonista alfa-1 e histamínico H1). Risco aditivo de depressão respiratória em pacientes suscetíveis.
📋Conduta Clinica
Iniciar propranolol com 10-20 mg/dose e titular lentamente. Em pacientes ambulatoriais, evitar administração concomitante de doses sedativas. Orientar evitar dirigir ou operar máquinas nas primeiras 2 semanas de ajuste.
🔍O que monitorar
Avaliar escala de sedação (Ramsay ou RASS) nas primeiras 72h. Monitorar FR e SpO2 em pacientes com comorbidades respiratórias. Avaliar risco de quedas (escala de Morse).
↺Alternativas
Para agitação/agressividade: considerar haloperidol (menos sedativo). Para profilaxia de enxaqueca: topiramato ou valproato em doses não sedativas. Para tremor essencial: primidona.
📚Referências
FDA CNS Depression Alert; UpToDate 2024; Lexicomp 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Propranolol com Risperidona?
A combinação de Propranolol com Risperidona apresenta interação de gravidade moderada. Sedação excessiva, sonolência diurna, comprometimento psicomotor, risco aumentado de quedas em idosos. Depressão respiratória clinicamente significativa é rara, mas possível em DPOC ou apneia do sono. Iniciar propranolol com 10-20 mg/dose e titular lentamente. Em pacientes ambulatoriais, evitar administração concomitante de doses sedativas. Orientar evitar dirigir ou operar máquinas nas primeiras 2 semanas de ajuste.
Propranolol e Risperidona interagem?
Sim, Propranolol e Risperidona possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve depressão sinérgica do snc. propranolol (beta-bloqueador lipofílico com penetração no snc) potencializa efeitos sedativos da risperidona (antagonista alfa-1 e histamínico h1). risco aditivo de depressão respiratória em pacientes suscetíveis.. A conduta recomendada é: iniciar propranolol com 10-20 mg/dose e titular lentamente. em pacientes ambulatoriais, evitar administração concomitante de doses sedativas. orientar evitar dirigir ou operar máquinas nas primeiras 2 semanas de ajuste..
Qual o risco de Propranolol com Risperidona?
O risco da associação Propranolol + Risperidona é classificado como MODERADA. Sedação excessiva, sonolência diurna, comprometimento psicomotor, risco aumentado de quedas em idosos. Depressão respiratória clinicamente significativa é rara, mas possível em DPOC ou apneia do sono. Monitorar: avaliar escala de sedação (ramsay ou rass) nas primeiras 72h. monitorar fr e spo2 em pacientes com comorbidades respiratórias. avaliar risco de quedas (escala de morse)..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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