Paroxetina + Sumatriptano
⚠O que acontece
Síndrome serotoninérgica (critérios de Hunter): clônus, hiperreflexia, hipertermia, agitação.
⚙Mecanismo
Paroxetina inibe recaptação de serotonina; sumatriptano ativa receptores 5-HT1B/1D. Efeito aditivo no tônus serotoninérgico central.
📋Conduta Clinica
Evitar associação. Se indispensável, usar dose mínima de sumatriptano (25-50 mg) e paroxetina em dose estável há >2 semanas.
🔍O que monitorar
Sinais vitais a cada 2-4h nas primeiras 24h; avaliar clônus e nível de consciência.
↺Alternativas
Naratriptano ou zolmitriptano com menor risco ou antiemético não serotoninérgico.
📚Referências
FDA Serotonin Syndrome Alert; UpToDate 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Paroxetina com Sumatriptano?
A combinação de Paroxetina com Sumatriptano apresenta interação de gravidade grave. Síndrome serotoninérgica (critérios de Hunter): clônus, hiperreflexia, hipertermia, agitação. Evitar associação. Se indispensável, usar dose mínima de sumatriptano (25-50 mg) e paroxetina em dose estável há >2 semanas.
Paroxetina e Sumatriptano interagem?
Sim, Paroxetina e Sumatriptano possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve paroxetina inibe recaptação de serotonina; sumatriptano ativa receptores 5-ht1b/1d. efeito aditivo no tônus serotoninérgico central.. A conduta recomendada é: evitar associação. se indispensável, usar dose mínima de sumatriptano (25-50 mg) e paroxetina em dose estável há >2 semanas..
Qual o risco de Paroxetina com Sumatriptano?
O risco da associação Paroxetina + Sumatriptano é classificado como GRAVE. Síndrome serotoninérgica (critérios de Hunter): clônus, hiperreflexia, hipertermia, agitação. Monitorar: sinais vitais a cada 2-4h nas primeiras 24h; avaliar clônus e nível de consciência..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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