Olanzapina + Tramadol
⚠O que acontece
Sedação excessiva, depressão respiratória, comprometimento cognitivo, quedas.
⚙Mecanismo
Depressão sinérgica do SNC por mecanismos complementares. Olanzapina via antagonismo H1 e D2; tramadol via agonismo mu + inibição recaptação serotonina/norepinefrina. Potencialização do efeito sedativo e depressor respiratório.
📋Conduta Clinica
Iniciar com doses mínimas: olanzapina 2.5-5 mg/dia + tramadol 50 mg a cada 8-12h (máx 200 mg/dia). Evitar em idosos. Alertar sobre dirigir e uso de álcool.
🔍O que monitorar
SpO2 contínuo ou diário, nível de consciência (escala AVPU), FR > 12/min, risco de quedas diário.
↺Alternativas
Considerar morfina de liberação controlada ou gabapentina em dose baixa.
📚Referências
FDA CNS Depression Alert; UpToDate 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Olanzapina com Tramadol?
A combinação de Olanzapina com Tramadol apresenta interação de gravidade moderada. Sedação excessiva, depressão respiratória, comprometimento cognitivo, quedas. Iniciar com doses mínimas: olanzapina 2.5-5 mg/dia + tramadol 50 mg a cada 8-12h (máx 200 mg/dia). Evitar em idosos. Alertar sobre dirigir e uso de álcool.
Olanzapina e Tramadol interagem?
Sim, Olanzapina e Tramadol possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve depressão sinérgica do snc por mecanismos complementares. olanzapina via antagonismo h1 e d2; tramadol via agonismo mu + inibição recaptação serotonina/norepinefrina. potencialização do efeito sedativo e depressor respiratório.. A conduta recomendada é: iniciar com doses mínimas: olanzapina 2.5-5 mg/dia + tramadol 50 mg a cada 8-12h (máx 200 mg/dia). evitar em idosos. alertar sobre dirigir e uso de álcool..
Qual o risco de Olanzapina com Tramadol?
O risco da associação Olanzapina + Tramadol é classificado como MODERADA. Sedação excessiva, depressão respiratória, comprometimento cognitivo, quedas. Monitorar: spo2 contínuo ou diário, nível de consciência (escala avpu), fr > 12/min, risco de quedas diário..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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