Metformina + Álcool
⚠O que acontece
Hipoglicemia (em jejum prolongado + álcool) e acidose lática (raro, mas potencialmente fatal em etilistas crônicos com hepatopatia).
⚙Mecanismo
Álcool inibe gliconeogênese hepática e metabolismo de lactato. Metformina também inibe gliconeogênese e aumenta lactato perifericamente. Efeitos aditivos.
📋Conduta Clinica
Orientar limite de 1-2 doses/dia. Evitar binge drinking. Não tomar metformina em jejum pós-ingestão etílica intensa.
🔍O que monitorar
Glicemia capilar se sintomas. Lactato se mal-estar intenso pós-álcool com metformina.
↺Alternativas
DPP-4 inibidores (sitagliptina) têm menor risco de acidose lática.
📚Referências
ADA Standards of Care 2024; UpToDate 2024; Bula ANVISA metformina
Perguntas Frequentes
Pode tomar Metformina com Álcool?
A combinação de Metformina com Álcool apresenta interação de gravidade moderada. Hipoglicemia (em jejum prolongado + álcool) e acidose lática (raro, mas potencialmente fatal em etilistas crônicos com hepatopatia). Orientar limite de 1-2 doses/dia. Evitar binge drinking. Não tomar metformina em jejum pós-ingestão etílica intensa.
Metformina e Álcool interagem?
Sim, Metformina e Álcool possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve álcool inibe gliconeogênese hepática e metabolismo de lactato. metformina também inibe gliconeogênese e aumenta lactato perifericamente. efeitos aditivos.. A conduta recomendada é: orientar limite de 1-2 doses/dia. evitar binge drinking. não tomar metformina em jejum pós-ingestão etílica intensa..
Qual o risco de Metformina com Álcool?
O risco da associação Metformina + Álcool é classificado como MODERADA. Hipoglicemia (em jejum prolongado + álcool) e acidose lática (raro, mas potencialmente fatal em etilistas crônicos com hepatopatia). Monitorar: glicemia capilar se sintomas. lactato se mal-estar intenso pós-álcool com metformina..
Interações Relacionadas
Amiodarona é inibidor moderado da CYP2C9 (Ki ~5 µM), enzima primária no metabolismo da Glibenclamida. A inibição reduz a depuração hepática em 40-60%, aumentando a AUC da glibenclamida em 2-3x. Isso potencializa o risco de hipoglicemia grave, especialmente em idosos ou pacientes com insuficiência renal.
Amiodarona inibe fracamente a CYP3A4, mas a Sitagliptina é metabolizada minimamente (<15%) por essa via, sendo 80% excretada inalterada na urina. O aumento na exposição à sitagliptina é <10%, sem significado clínico.
Amiodarona inibe fracamente a CYP3A4, enzima que metaboliza a Dexametasona. No entanto, a dexametasona é um indutor potente da CYP3A4, o que pode contrabalançar a inibição. O efeito líquido é um aumento <30% na AUC da dexametasona, com relevância clínica apenas em doses altas (>8 mg/dia) ou uso crônico.
Amiodarona inibe fracamente a CYP3A4, mas a Prednisona é um pró-fármaco convertido a prednisolona (ativa) por hidroxiesteroides desidrogenases hepáticas, independentes de CYP. A prednisolona é metabolizada por múltiplas vias, com contribuição limitada da CYP3A4. O aumento na exposição à prednisolona é <20%, sem relevância clínica.
Atualizado em junho/2026
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