Lisdexanfetamina + Tramadol
⚠O que acontece
Síndrome serotoninérgica: agitação, mioclonia, hipertermia, diaforese, tremor, taquicardia. Risco aumentado em doses elevadas ou uso concomitante de outros serotonérgicos.
⚙Mecanismo
Lisdexanfetamina promove liberação de serotonina vesicular e inibe fracamente MAO-A; tramadol inibe SERT (Ki ~ 1-2 μM) e atua como agonista fraco 5-HT. Efeito aditivo no excesso serotoninérgico.
📋Conduta Clinica
Evitar associação sempre que possível. Se indispensável, iniciar tramadol em dose mínima (25-50 mg/dia) e titular lentamente. Interromper imediatamente ao primeiro sinal de síndrome serotoninérgica.
🔍O que monitorar
Avaliar a cada 24-48h nos primeiros 7 dias: temperatura axilar, FC, presença de clônus espontâneo ou induzível, hiperreflexia, nível de consciência. Usar critérios de Hunter para diagnóstico.
↺Alternativas
Usar analgésico sem ação serotoninérgica (ex: paracetamol, AINE ou morfina).
📚Referências
FDA Serotonin Syndrome Alert; UpToDate 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Lisdexanfetamina com Tramadol?
A combinação de Lisdexanfetamina com Tramadol apresenta interação de gravidade grave. Síndrome serotoninérgica: agitação, mioclonia, hipertermia, diaforese, tremor, taquicardia. Risco aumentado em doses elevadas ou uso concomitante de outros serotonérgicos. Evitar associação sempre que possível. Se indispensável, iniciar tramadol em dose mínima (25-50 mg/dia) e titular lentamente. Interromper imediatamente ao primeiro sinal de síndrome serotoninérgica.
Lisdexanfetamina e Tramadol interagem?
Sim, Lisdexanfetamina e Tramadol possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve lisdexanfetamina promove liberação de serotonina vesicular e inibe fracamente mao-a; tramadol inibe sert (ki ~ 1-2 μm) e atua como agonista fraco 5-ht. efeito aditivo no excesso serotoninérgico.. A conduta recomendada é: evitar associação sempre que possível. se indispensável, iniciar tramadol em dose mínima (25-50 mg/dia) e titular lentamente. interromper imediatamente ao primeiro sinal de síndrome serotoninérgica..
Qual o risco de Lisdexanfetamina com Tramadol?
O risco da associação Lisdexanfetamina + Tramadol é classificado como GRAVE. Síndrome serotoninérgica: agitação, mioclonia, hipertermia, diaforese, tremor, taquicardia. Risco aumentado em doses elevadas ou uso concomitante de outros serotonérgicos. Monitorar: avaliar a cada 24-48h nos primeiros 7 dias: temperatura axilar, fc, presença de clônus espontâneo ou induzível, hiperreflexia, nível de consciência. usar critérios de hunter para diagnóstico..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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