Lisdexanfetamina + Sertralina

GraveRisco elevado — pode causar dano significativo ao paciente
Validada por motor farmacologico

O que acontece

Síndrome serotoninérgica: agitação, mioclonia, hipertermia, diaforese, tremor, taquicardia.

Mecanismo

Interação farmacodinâmica serotoninérgica: lisdexamfetamina aumenta liberação de serotonina e dopamina; sertralina inibe recaptação de serotonina (SERT). Risco de excesso serotoninérgico sinérgico.

📋Conduta Clinica

Evitar associação sempre que possível. Se necessário, usar doses mínimas de sertralina (≤25 mg/dia) com titulação lenta e observação por 2-4 semanas.

🔍O que monitorar

Temperatura axilar q4-6h, FC, presença de clônus patelar ou induzido, mioclonia, diaforese, nível de consciência (critérios de Hunter).

Alternativas

Usar fármaco sem ação serotoninérgica (ex.: bupropiona ou vortioxetina em alguns casos, ou não-ISRS).

📚Referências

FDA Serotonin Syndrome Alert; UpToDate 2024

Perguntas Frequentes

Pode tomar Lisdexanfetamina com Sertralina?

A combinação de Lisdexanfetamina com Sertralina apresenta interação de gravidade grave. Síndrome serotoninérgica: agitação, mioclonia, hipertermia, diaforese, tremor, taquicardia. Evitar associação sempre que possível. Se necessário, usar doses mínimas de sertralina (≤25 mg/dia) com titulação lenta e observação por 2-4 semanas.

Lisdexanfetamina e Sertralina interagem?

Sim, Lisdexanfetamina e Sertralina possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve interação farmacodinâmica serotoninérgica: lisdexamfetamina aumenta liberação de serotonina e dopamina; sertralina inibe recaptação de serotonina (sert). risco de excesso serotoninérgico sinérgico.. A conduta recomendada é: evitar associação sempre que possível. se necessário, usar doses mínimas de sertralina (≤25 mg/dia) com titulação lenta e observação por 2-4 semanas..

Qual o risco de Lisdexanfetamina com Sertralina?

O risco da associação Lisdexanfetamina + Sertralina é classificado como GRAVE. Síndrome serotoninérgica: agitação, mioclonia, hipertermia, diaforese, tremor, taquicardia. Monitorar: temperatura axilar q4-6h, fc, presença de clônus patelar ou induzido, mioclonia, diaforese, nível de consciência (critérios de hunter)..

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Atualizado em junho/2026

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