Lisdexanfetamina + Metadona
⚠O que acontece
Síndrome serotoninérgica: agitação, mioclonia, hipertermia, diaforese, tremor, taquicardia. Risco adicional de prolongamento QTc pela metadona.
⚙Mecanismo
Lisdexanfetamina promove liberação de serotonina; metadona inibe fracamente SERT e recaptação de serotonina. Risco aditivo de excesso serotoninérgico.
📋Conduta Clinica
Evitar associação. Se indispensável, reduzir metadona em 25-30% no início, usar dose mínima de lisdexanfetamina e monitorar ECG basal + 7 dias.
🔍O que monitorar
ECG com QTc (basal, 3 e 7 dias), temperatura, FC, clônus, nível de consciência. Critérios de Hunter para diagnóstico.
↺Alternativas
Usar analgésico não serotoninérgico ou opioide sem ação serotonérgica.
📚Referências
FDA Serotonin Syndrome Alert; UpToDate 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Lisdexanfetamina com Metadona?
A combinação de Lisdexanfetamina com Metadona apresenta interação de gravidade grave. Síndrome serotoninérgica: agitação, mioclonia, hipertermia, diaforese, tremor, taquicardia. Risco adicional de prolongamento QTc pela metadona. Evitar associação. Se indispensável, reduzir metadona em 25-30% no início, usar dose mínima de lisdexanfetamina e monitorar ECG basal + 7 dias.
Lisdexanfetamina e Metadona interagem?
Sim, Lisdexanfetamina e Metadona possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve lisdexanfetamina promove liberação de serotonina; metadona inibe fracamente sert e recaptação de serotonina. risco aditivo de excesso serotoninérgico.. A conduta recomendada é: evitar associação. se indispensável, reduzir metadona em 25-30% no início, usar dose mínima de lisdexanfetamina e monitorar ecg basal + 7 dias..
Qual o risco de Lisdexanfetamina com Metadona?
O risco da associação Lisdexanfetamina + Metadona é classificado como GRAVE. Síndrome serotoninérgica: agitação, mioclonia, hipertermia, diaforese, tremor, taquicardia. Risco adicional de prolongamento QTc pela metadona. Monitorar: ecg com qtc (basal, 3 e 7 dias), temperatura, fc, clônus, nível de consciência. critérios de hunter para diagnóstico..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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