Levomepromazina + Tramadol
⚠O que acontece
Convulsões (limiar reduzido sinergicamente), sedação profunda, hipotensão, depressão respiratória.
⚙Mecanismo
Ambos reduzem limiar convulsivo e são depressores do SNC. Levomepromazina é anticolinérgica + sedativa. Efeitos aditivos múltiplos.
📋Conduta Clinica
Evitar associação. Se necessário: doses mínimas de ambos, ambiente hospitalar, monitoração contínua.
🔍O que monitorar
SpO2, PA, nível de consciência, atividade convulsiva.
↺Alternativas
Morfina (menos convulsivante) + haloperidol (menos sedativo) se necessário antiemético + analgésico.
📚Referências
Micromedex 2024; Palliative Care Guidelines
Perguntas Frequentes
Pode tomar Levomepromazina com Tramadol?
A combinação de Levomepromazina com Tramadol apresenta interação de gravidade grave. Convulsões (limiar reduzido sinergicamente), sedação profunda, hipotensão, depressão respiratória. Evitar associação. Se necessário: doses mínimas de ambos, ambiente hospitalar, monitoração contínua.
Levomepromazina e Tramadol interagem?
Sim, Levomepromazina e Tramadol possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve ambos reduzem limiar convulsivo e são depressores do snc. levomepromazina é anticolinérgica + sedativa. efeitos aditivos múltiplos.. A conduta recomendada é: evitar associação. se necessário: doses mínimas de ambos, ambiente hospitalar, monitoração contínua..
Qual o risco de Levomepromazina com Tramadol?
O risco da associação Levomepromazina + Tramadol é classificado como GRAVE. Convulsões (limiar reduzido sinergicamente), sedação profunda, hipotensão, depressão respiratória. Monitorar: spo2, pa, nível de consciência, atividade convulsiva..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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