Lamotrigina + Metadona
⚠O que acontece
Sedação excessiva, depressão respiratória, prolongamento QT, tontura e risco de quedas.
⚙Mecanismo
Interação farmacodinâmica aditiva. Lamotrigina inibe canais de sódio; metadona ativa μ-opioides e bloqueia canais hERG (risco QT). Efeito aditivo em sedação e depressão respiratória.
📋Conduta Clinica
Reduzir dose de metadona em 25-50% ao iniciar. Manter lamotrigina mínima. ECG basal e após 7 dias se doses altas.
🔍O que monitorar
FR, SpO2, sedação, intervalo QTc e nível de consciência. Monitoramento mais intenso nas primeiras 72 h.
↺Alternativas
Buprenorfina (menor risco respiratório) ou analgesia não-opioide.
📚Referências
FDA labels, Lexicomp, UpToDate 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Lamotrigina com Metadona?
A combinação de Lamotrigina com Metadona apresenta interação de gravidade moderada. Sedação excessiva, depressão respiratória, prolongamento QT, tontura e risco de quedas. Reduzir dose de metadona em 25-50% ao iniciar. Manter lamotrigina mínima. ECG basal e após 7 dias se doses altas.
Lamotrigina e Metadona interagem?
Sim, Lamotrigina e Metadona possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve interação farmacodinâmica aditiva. lamotrigina inibe canais de sódio; metadona ativa μ-opioides e bloqueia canais herg (risco qt). efeito aditivo em sedação e depressão respiratória.. A conduta recomendada é: reduzir dose de metadona em 25-50% ao iniciar. manter lamotrigina mínima. ecg basal e após 7 dias se doses altas..
Qual o risco de Lamotrigina com Metadona?
O risco da associação Lamotrigina + Metadona é classificado como MODERADA. Sedação excessiva, depressão respiratória, prolongamento QT, tontura e risco de quedas. Monitorar: fr, spo2, sedação, intervalo qtc e nível de consciência. monitoramento mais intenso nas primeiras 72 h..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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