Isoniazida + Alprazolam
⚠O que acontece
Aumento leve a moderado dos níveis de alprazolam, com potencial para sedação excessiva, tontura e comprometimento cognitivo, especialmente em idosos ou com uso de doses altas.
⚙Mecanismo
Alprazolam é metabolizado quase exclusivamente por CYP3A4 (cerca de 95%). Isoniazida inibe CYP3A4 (IC50 ~ 5-10 μM), podendo aumentar a AUC do alprazolam em 30-50%. O efeito é geralmente modesto devido à alta capacidade da CYP3A4 hepática.
📋Conduta Clinica
Monitorar sedação. Se necessário, reduzir dose de alprazolam em 25%. Evitar uso concomitante de outros depressores do SNC.
🔍O que monitorar
Avaliação clínica de sedação e função cognitiva.
↺Alternativas
Lorazepam ou oxazepam (glicuronidação) são alternativas seguras.
📚Referências
Flockhart Drug Interactions Table; Micromedex 2024; Lexicomp 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Isoniazida com Alprazolam?
A combinação de Isoniazida com Alprazolam apresenta interação de gravidade leve. Aumento leve a moderado dos níveis de alprazolam, com potencial para sedação excessiva, tontura e comprometimento cognitivo, especialmente em idosos ou com uso de doses altas. Monitorar sedação. Se necessário, reduzir dose de alprazolam em 25%. Evitar uso concomitante de outros depressores do SNC.
Isoniazida e Alprazolam interagem?
Sim, Isoniazida e Alprazolam possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve alprazolam é metabolizado quase exclusivamente por cyp3a4 (cerca de 95%). isoniazida inibe cyp3a4 (ic50 ~ 5-10 μm), podendo aumentar a auc do alprazolam em 30-50%. o efeito é geralmente modesto devido à alta capacidade da cyp3a4 hepática.. A conduta recomendada é: monitorar sedação. se necessário, reduzir dose de alprazolam em 25%. evitar uso concomitante de outros depressores do snc..
Qual o risco de Isoniazida com Alprazolam?
O risco da associação Isoniazida + Alprazolam é classificado como LEVE. Aumento leve a moderado dos níveis de alprazolam, com potencial para sedação excessiva, tontura e comprometimento cognitivo, especialmente em idosos ou com uso de doses altas. Monitorar: avaliação clínica de sedação e função cognitiva..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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