Imatinibe + Duloxetina

LeveBaixo risco — geralmente não requer intervenção
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O que acontece

Aumento nos níveis de duloxetina, com risco de náusea, tontura, e elevação de transaminases (TGO/TGP). Hepatotoxicidade grave é rara, mas monitoramento é prudente.

Mecanismo

Imatinibe inibe CYP2D6 (IC50 ~ 5-10 μM), enzima responsável por ~50% do metabolismo da duloxetina (Km ~ 5 μM). A duloxetina também é metabolizada por CYP1A2. A inibição de CYP2D6 pode aumentar a AUC em 50-60%, similar ao efeito da paroxetina. A hepatotoxicidade da duloxetina é idiossincrática, mas níveis elevados podem aumentar o risco em pacientes predispostos.

📋Conduta Clinica

Iniciar duloxetina com 30 mg/dia e titular conforme tolerância. Se já em uso, considerar reduzir dose em 25% ao iniciar imatinibe. Evitar em pacientes com doença hepática prévia ou etilismo.

🔍O que monitorar

TGO/TGP basal e após 1 mês do início da associação, depois a cada 3 meses. Monitorar sintomas de hepatotoxicidade (icterícia, dor abdominal, fadiga). Suspender duloxetina se TGO/TGP > 3x LSN.

Alternativas

Considerar venlafaxina (menor hepatotoxicidade) ou mirtazapina. Se necessário manter duloxetina, preferir doses baixas e monitoramento hepático rigoroso.

📚Referências

Flockhart Drug Interactions Table; Micromedex 2024; FDA Label Duloxetine; Clin Pharmacol Ther 2007;81:348-55

Perguntas Frequentes

Pode tomar Imatinibe com Duloxetina?

A combinação de Imatinibe com Duloxetina apresenta interação de gravidade leve. Aumento nos níveis de duloxetina, com risco de náusea, tontura, e elevação de transaminases (TGO/TGP). Hepatotoxicidade grave é rara, mas monitoramento é prudente. Iniciar duloxetina com 30 mg/dia e titular conforme tolerância. Se já em uso, considerar reduzir dose em 25% ao iniciar imatinibe. Evitar em pacientes com doença hepática prévia ou etilismo.

Imatinibe e Duloxetina interagem?

Sim, Imatinibe e Duloxetina possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve imatinibe inibe cyp2d6 (ic50 ~ 5-10 μm), enzima responsável por ~50% do metabolismo da duloxetina (km ~ 5 μm). a duloxetina também é metabolizada por cyp1a2. a inibição de cyp2d6 pode aumentar a auc em 50-60%, similar ao efeito da paroxetina. a hepatotoxicidade da duloxetina é idiossincrática, mas níveis elevados podem aumentar o risco em pacientes predispostos.. A conduta recomendada é: iniciar duloxetina com 30 mg/dia e titular conforme tolerância. se já em uso, considerar reduzir dose em 25% ao iniciar imatinibe. evitar em pacientes com doença hepática prévia ou etilismo..

Qual o risco de Imatinibe com Duloxetina?

O risco da associação Imatinibe + Duloxetina é classificado como LEVE. Aumento nos níveis de duloxetina, com risco de náusea, tontura, e elevação de transaminases (TGO/TGP). Hepatotoxicidade grave é rara, mas monitoramento é prudente. Monitorar: tgo/tgp basal e após 1 mês do início da associação, depois a cada 3 meses. monitorar sintomas de hepatotoxicidade (icterícia, dor abdominal, fadiga). suspender duloxetina se tgo/tgp > 3x lsn..

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Atualizado em junho/2026

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