Haloperidol + Metoclopramida
⚠O que acontece
Reações extrapiramidais: distonias agudas, acatisia, parkinsonismo medicamentoso. Hiperprolactinemia com galactorreia e amenorreia.
⚙Mecanismo
Ambos são antagonistas dopaminérgicos D2. Efeito antidopaminérgico aditivo nos gânglios da base e no sistema tuberoinfundibular.
📋Conduta Clinica
Evitar metoclopramida em pacientes em uso de antipsicóticos. Se antiemético necessário: ondansetrona (ação em 5-HT3, não D2).
🔍O que monitorar
Sintomas extrapiramidais (escala de Simpson-Angus), prolactina se galactorreia.
↺Alternativas
Ondansetrona 4-8mg para náusea/vômito. Domperidona (não cruza BHE, menor risco EPS — mas prolonga QT).
📚Referências
Micromedex 2024; UpToDate 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Haloperidol com Metoclopramida?
A combinação de Haloperidol com Metoclopramida apresenta interação de gravidade moderada. Reações extrapiramidais: distonias agudas, acatisia, parkinsonismo medicamentoso. Hiperprolactinemia com galactorreia e amenorreia. Evitar metoclopramida em pacientes em uso de antipsicóticos. Se antiemético necessário: ondansetrona (ação em 5-HT3, não D2).
Haloperidol e Metoclopramida interagem?
Sim, Haloperidol e Metoclopramida possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve ambos são antagonistas dopaminérgicos d2. efeito antidopaminérgico aditivo nos gânglios da base e no sistema tuberoinfundibular.. A conduta recomendada é: evitar metoclopramida em pacientes em uso de antipsicóticos. se antiemético necessário: ondansetrona (ação em 5-ht3, não d2)..
Qual o risco de Haloperidol com Metoclopramida?
O risco da associação Haloperidol + Metoclopramida é classificado como MODERADA. Reações extrapiramidais: distonias agudas, acatisia, parkinsonismo medicamentoso. Hiperprolactinemia com galactorreia e amenorreia. Monitorar: sintomas extrapiramidais (escala de simpson-angus), prolactina se galactorreia..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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