Haloperidol + Lítio
⚠O que acontece
Encefalopatia neuroléptica (rara): confusão, febre, EPS severos, alteração de consciência. Síndrome NMS-like.
⚙Mecanismo
Mecanismo incerto. Possivelmente neurotoxicidade sinérgica por efeitos combinados no metabolismo neuronal. Casos de encefalopatia relatados (controverso).
📋Conduta Clinica
Associação é usada clinicamente com segurança na maioria dos pacientes. Manter litemia < 1.0 mEq/L. Monitorar sinais neurológicos.
🔍O que monitorar
Litemia mensal, exame neurológico, temperatura, CPK se sinais de rigidez.
↺Alternativas
Quetiapina ou olanzapina + lítio (menos relatos de encefalopatia).
📚Referências
J Clin Psychiatry 2014; UpToDate 2024; Maudsley Guidelines
Perguntas Frequentes
Pode tomar Haloperidol com Lítio?
A combinação de Haloperidol com Lítio apresenta interação de gravidade moderada. Encefalopatia neuroléptica (rara): confusão, febre, EPS severos, alteração de consciência. Síndrome NMS-like. Associação é usada clinicamente com segurança na maioria dos pacientes. Manter litemia < 1.0 mEq/L. Monitorar sinais neurológicos.
Haloperidol e Lítio interagem?
Sim, Haloperidol e Lítio possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve mecanismo incerto. possivelmente neurotoxicidade sinérgica por efeitos combinados no metabolismo neuronal. casos de encefalopatia relatados (controverso).. A conduta recomendada é: associação é usada clinicamente com segurança na maioria dos pacientes. manter litemia < 1.0 meq/l. monitorar sinais neurológicos..
Qual o risco de Haloperidol com Lítio?
O risco da associação Haloperidol + Lítio é classificado como MODERADA. Encefalopatia neuroléptica (rara): confusão, febre, EPS severos, alteração de consciência. Síndrome NMS-like. Monitorar: litemia mensal, exame neurológico, temperatura, cpk se sinais de rigidez..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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