Gabapentina + Opioides
⚠O que acontece
Depressão respiratória, sedação excessiva, overdose. Risco de morte aumenta 60% com coprescrição (estudo FDA 2019).
⚙Mecanismo
Depressão sinérgica do SNC por mecanismos distintos: gabapentina (modulação canais Ca2+ α2δ) + opioides (receptores μ). Sinergismo na depressão respiratória.
📋Conduta Clinica
Usar menores doses possíveis de ambos. Em idosos/DRC: iniciar gabapentina 100mg e titular lentamente. Considerar opioid-sparing.
🔍O que monitorar
SpO2, FR, sedação (especialmente primeiras 48h e aumentos de dose).
↺Alternativas
Duloxetina ou amitriptilina para dor neuropática (menor depressão respiratória). Paracetamol/AINE como adjuvante.
📚Referências
FDA Safety Alert 2019; CDC Guidelines 2022; UpToDate 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Gabapentina com Opioides?
A combinação de Gabapentina com Opioides apresenta interação de gravidade grave. Depressão respiratória, sedação excessiva, overdose. Risco de morte aumenta 60% com coprescrição (estudo FDA 2019). Usar menores doses possíveis de ambos. Em idosos/DRC: iniciar gabapentina 100mg e titular lentamente. Considerar opioid-sparing.
Gabapentina e Opioides interagem?
Sim, Gabapentina e Opioides possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve depressão sinérgica do snc por mecanismos distintos: gabapentina (modulação canais ca2+ α2δ) + opioides (receptores μ). sinergismo na depressão respiratória.. A conduta recomendada é: usar menores doses possíveis de ambos. em idosos/drc: iniciar gabapentina 100mg e titular lentamente. considerar opioid-sparing..
Qual o risco de Gabapentina com Opioides?
O risco da associação Gabapentina + Opioides é classificado como GRAVE. Depressão respiratória, sedação excessiva, overdose. Risco de morte aumenta 60% com coprescrição (estudo FDA 2019). Monitorar: spo2, fr, sedação (especialmente primeiras 48h e aumentos de dose)..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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