Gabapentina + Midazolam
⚠O que acontece
Sedação profunda, depressão respiratória, hipóxia, comprometimento cognitivo.
⚙Mecanismo
Sinergia farmacodinâmica depressora do SNC via potencialização de GABA (gabapentina indireta via Ca2+; midazolam agonista direto GABA-A). Risco aumentado de depressão respiratória. Sem CYP envolvido.
📋Conduta Clinica
Reduzir dose de midazolam 25-50% ou gabapentina para 100 mg. Preferir uso hospitalar inicial. Evitar em idosos ou comorbidades respiratórias.
🔍O que monitorar
SpO2 contínuo, FR >12/min, escala RASS a cada 2-4h. Capnografia se sedação profunda.
↺Alternativas
Usar lorazepam isolado ou alternativa não benzodiazepínica.
📚Referências
FDA CNS Depression Alert; UpToDate 2024; estudos de interação
Perguntas Frequentes
Pode tomar Gabapentina com Midazolam?
A combinação de Gabapentina com Midazolam apresenta interação de gravidade grave. Sedação profunda, depressão respiratória, hipóxia, comprometimento cognitivo. Reduzir dose de midazolam 25-50% ou gabapentina para 100 mg. Preferir uso hospitalar inicial. Evitar em idosos ou comorbidades respiratórias.
Gabapentina e Midazolam interagem?
Sim, Gabapentina e Midazolam possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve sinergia farmacodinâmica depressora do snc via potencialização de gaba (gabapentina indireta via ca2+; midazolam agonista direto gaba-a). risco aumentado de depressão respiratória. sem cyp envolvido.. A conduta recomendada é: reduzir dose de midazolam 25-50% ou gabapentina para 100 mg. preferir uso hospitalar inicial. evitar em idosos ou comorbidades respiratórias..
Qual o risco de Gabapentina com Midazolam?
O risco da associação Gabapentina + Midazolam é classificado como GRAVE. Sedação profunda, depressão respiratória, hipóxia, comprometimento cognitivo. Monitorar: spo2 contínuo, fr >12/min, escala rass a cada 2-4h. capnografia se sedação profunda..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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