Fluvoxamina + Midazolam
⚠O que acontece
Sedação prolongada e depressão respiratória, especialmente com midazolam oral ou em procedimentos.
⚙Mecanismo
Fluvoxamina inibe CYP3A4 (Ki ~1,5 μM). Midazolam é substrato seletivo de CYP3A4 (Km ~3-5 μM). Aumento de AUC oral de midazolam ~2,5 vezes.
📋Conduta Clinica
Reduzir dose de midazolam em 50-70% quando usado com fluvoxamina. Para sedação procedural: iniciar com 0,5-1 mg IV e titular.
🔍O que monitorar
Monitorização contínua de SpO2 e sedação (escala Ramsay) durante e 2 h após procedimento.
↺Alternativas
Lorazepam IV (glucuronidação).
📚Referências
Flockhart; Clin Pharmacol Ther 2000; Micromedex
Perguntas Frequentes
Pode tomar Fluvoxamina com Midazolam?
A combinação de Fluvoxamina com Midazolam apresenta interação de gravidade moderada. Sedação prolongada e depressão respiratória, especialmente com midazolam oral ou em procedimentos. Reduzir dose de midazolam em 50-70% quando usado com fluvoxamina. Para sedação procedural: iniciar com 0,5-1 mg IV e titular.
Fluvoxamina e Midazolam interagem?
Sim, Fluvoxamina e Midazolam possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve fluvoxamina inibe cyp3a4 (ki ~1,5 μm). midazolam é substrato seletivo de cyp3a4 (km ~3-5 μm). aumento de auc oral de midazolam ~2,5 vezes.. A conduta recomendada é: reduzir dose de midazolam em 50-70% quando usado com fluvoxamina. para sedação procedural: iniciar com 0,5-1 mg iv e titular..
Qual o risco de Fluvoxamina com Midazolam?
O risco da associação Fluvoxamina + Midazolam é classificado como MODERADA. Sedação prolongada e depressão respiratória, especialmente com midazolam oral ou em procedimentos. Monitorar: monitorização contínua de spo2 e sedação (escala ramsay) durante e 2 h após procedimento..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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