Fluoxetina + Lítio
⚠O que acontece
Risco aumentado de síndrome serotoninérgica (incidência baixa mas documentada em relatos de caso).
⚙Mecanismo
Fluoxetina inibe recaptação de serotonina; lítio potencializa liberação e pós-sináptica de serotonina. Efeito aditivo no sistema serotoninérgico.
📋Conduta Clinica
Manter associação apenas se benefício superar risco. Usar doses mínimas eficazes de fluoxetina (10-20 mg).
🔍O que monitorar
Aplicar critérios de Hunter diariamente: hiperreflexia, clônus, temperatura >38°C, agitação, diaforese.
↺Alternativas
Usar lítio com antidepressivo de menor risco serotoninérgico (ex.: bupropiona).
📚Referências
FDA alerta serotonina; UpToDate; relatos de caso
Perguntas Frequentes
Pode tomar Fluoxetina com Lítio?
A combinação de Fluoxetina com Lítio apresenta interação de gravidade moderada. Risco aumentado de síndrome serotoninérgica (incidência baixa mas documentada em relatos de caso). Manter associação apenas se benefício superar risco. Usar doses mínimas eficazes de fluoxetina (10-20 mg).
Fluoxetina e Lítio interagem?
Sim, Fluoxetina e Lítio possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve fluoxetina inibe recaptação de serotonina; lítio potencializa liberação e pós-sináptica de serotonina. efeito aditivo no sistema serotoninérgico.. A conduta recomendada é: manter associação apenas se benefício superar risco. usar doses mínimas eficazes de fluoxetina (10-20 mg)..
Qual o risco de Fluoxetina com Lítio?
O risco da associação Fluoxetina + Lítio é classificado como MODERADA. Risco aumentado de síndrome serotoninérgica (incidência baixa mas documentada em relatos de caso). Monitorar: aplicar critérios de hunter diariamente: hiperreflexia, clônus, temperatura >38°c, agitação, diaforese..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
Gerada por motor farmacologico com validacao por IA — Tier B
As informações desta página são de caráter educativo e não substituem a orientação de um profissional farmacêutico. Sempre consulte um farmacêutico antes de alterar sua medicação.