Fenitoína + Varfarina
⚠O que acontece
Fase inicial: sangramento transitório (INR sobe). Depois: perda de anticoagulação (INR cai). Manejo confuso sem compreensão do mecanismo bifásico.
⚙Mecanismo
Interação bidirecional complexa: fase aguda (1-2 sem): fenitoína desloca varfarina da albumina (↑INR). Fase crônica: fenitoína induz CYP2C9 (↓varfarina → ↓INR). Resultado final: ↓INR.
📋Conduta Clinica
Monitorar INR 2x/semana por 4 semanas. Ajustar varfarina. Efeito final: geralmente precisa de dose maior de varfarina.
🔍O que monitorar
INR 2x/semana nas primeiras 4 semanas, depois semanal por 2 meses.
↺Alternativas
Levetiracetam (sem indução CYP). NOACs são menos afetados mas apixabana/rivaroxabana usam CYP3A4 (fenitoína também induz).
📚Referências
UpToDate 2024; Micromedex 2024; Epilepsy & Behavior 2019
Perguntas Frequentes
Pode tomar Fenitoína com Varfarina?
A combinação de Fenitoína com Varfarina apresenta interação de gravidade grave. Fase inicial: sangramento transitório (INR sobe). Depois: perda de anticoagulação (INR cai). Manejo confuso sem compreensão do mecanismo bifásico. Monitorar INR 2x/semana por 4 semanas. Ajustar varfarina. Efeito final: geralmente precisa de dose maior de varfarina.
Fenitoína e Varfarina interagem?
Sim, Fenitoína e Varfarina possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve interação bidirecional complexa: fase aguda (1-2 sem): fenitoína desloca varfarina da albumina (↑inr). fase crônica: fenitoína induz cyp2c9 (↓varfarina → ↓inr). resultado final: ↓inr.. A conduta recomendada é: monitorar inr 2x/semana por 4 semanas. ajustar varfarina. efeito final: geralmente precisa de dose maior de varfarina..
Qual o risco de Fenitoína com Varfarina?
O risco da associação Fenitoína + Varfarina é classificado como GRAVE. Fase inicial: sangramento transitório (INR sobe). Depois: perda de anticoagulação (INR cai). Manejo confuso sem compreensão do mecanismo bifásico. Monitorar: inr 2x/semana nas primeiras 4 semanas, depois semanal por 2 meses..
Interações Relacionadas
Interação farmacocinética. A amiodarona é um inibidor moderado da CYP2D6 e fraco da CYP3A4. A donepezila é metabolizada principalmente pela CYP2D6 e CYP3A4. A inibição dessas vias pode aumentar a AUC da donepezila em 20-40%, elevando o risco de efeitos adversos colinérgicos dose-dependentes (bradicardia, síncope, risco de quedas).
Dronedarona inibe CYP3A4 e CYP2D6. Donepezila é substrato de ambas (aumento estimado de Cmax/AUC 25-40%).
Fluoxetina inibe CYP2D6 (donepezila ~30-40% metabolizada por 2D6, Km ~10 μM; restante por 3A4). Aumento esperado de 20-40% nos níveis de donepezila.
Paroxetina inibe CYP2D6 (Ki ≈ 0.05 μM). Donepezila é substrato de CYP2D6 (~20-30%) e CYP3A4. Aumento modesto de exposição (15-30%).
Atualizado em junho/2026
Revisada por equipe farmaceutica — Tier A
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