Fenitoína + Risperidona
⚠O que acontece
Redução nos níveis de Risperidona com possível perda de eficácia terapêutica.
⚙Mecanismo
Fenitoína induz CYP3A4 (e fracamente 2D6), acelerando metabolismo de risperidona e 9-hidroxi-risperidona (fração metabolizada via 3A4 ~30-40%). Redução esperada de 40-60% nos níveis plasmáticos.
📋Conduta Clinica
Aumentar dose de risperidona em 50-100%; reavaliar ao suspender indutor. Titular por resposta clínica.
🔍O que monitorar
ECG QTc, resposta clínica (PANSS/CGI) semanal; níveis séricos de fenitoína.
↺Alternativas
Considerar alternativa a Fenitoína que não induza as mesmas enzimas CYP. Ou usar Risperidona em formulação/dose ajustada.
📚Referências
Flockhart Drug Interactions Table; UpToDate 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Fenitoína com Risperidona?
A combinação de Fenitoína com Risperidona apresenta interação de gravidade moderada. Redução nos níveis de Risperidona com possível perda de eficácia terapêutica. Aumentar dose de risperidona em 50-100%; reavaliar ao suspender indutor. Titular por resposta clínica.
Fenitoína e Risperidona interagem?
Sim, Fenitoína e Risperidona possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve fenitoína induz cyp3a4 (e fracamente 2d6), acelerando metabolismo de risperidona e 9-hidroxi-risperidona (fração metabolizada via 3a4 ~30-40%). redução esperada de 40-60% nos níveis plasmáticos.. A conduta recomendada é: aumentar dose de risperidona em 50-100%; reavaliar ao suspender indutor. titular por resposta clínica..
Qual o risco de Fenitoína com Risperidona?
O risco da associação Fenitoína + Risperidona é classificado como MODERADA. Redução nos níveis de Risperidona com possível perda de eficácia terapêutica. Monitorar: ecg qtc, resposta clínica (panss/cgi) semanal; níveis séricos de fenitoína..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
Gerada por motor farmacologico com validacao por IA — Tier B
As informações desta página são de caráter educativo e não substituem a orientação de um profissional farmacêutico. Sempre consulte um farmacêutico antes de alterar sua medicação.