Fenitoína + Fluoxetina
⚠O que acontece
Toxicidade por fenitoína: nistagmo, ataxia cerebelar, disartria, confusão mental.
⚙Mecanismo
Fluoxetina inibe CYP2C9, principal via metabólica da fenitoína. Aumento variável (30-100%) nos níveis de fenitoína.
📋Conduta Clinica
Monitorar nível de fenitoína 1-2 semanas após início. Reduzir dose se > 20 mcg/mL ou sinais de toxicidade.
🔍O que monitorar
Nível sérico de fenitoína (10-20 mcg/mL), exame neurológico, equilíbrio.
↺Alternativas
Sertralina ou venlafaxina (menor inibição CYP2C9). Levetiracetam como anticonvulsivante alternativo.
📚Referências
Micromedex 2024; UpToDate 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Fenitoína com Fluoxetina?
A combinação de Fenitoína com Fluoxetina apresenta interação de gravidade moderada. Toxicidade por fenitoína: nistagmo, ataxia cerebelar, disartria, confusão mental. Monitorar nível de fenitoína 1-2 semanas após início. Reduzir dose se > 20 mcg/mL ou sinais de toxicidade.
Fenitoína e Fluoxetina interagem?
Sim, Fenitoína e Fluoxetina possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve fluoxetina inibe cyp2c9, principal via metabólica da fenitoína. aumento variável (30-100%) nos níveis de fenitoína.. A conduta recomendada é: monitorar nível de fenitoína 1-2 semanas após início. reduzir dose se > 20 mcg/ml ou sinais de toxicidade..
Qual o risco de Fenitoína com Fluoxetina?
O risco da associação Fenitoína + Fluoxetina é classificado como MODERADA. Toxicidade por fenitoína: nistagmo, ataxia cerebelar, disartria, confusão mental. Monitorar: nível sérico de fenitoína (10-20 mcg/ml), exame neurológico, equilíbrio..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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