Empagliflozina + Furosemida
⚠O que acontece
Hipotensão, desidratação, IRA pré-renal, tontura, quedas em idosos. Cetoacidose diabética euglicêmica (rara).
⚙Mecanismo
Ambas causam natriurese e diurese por mecanismos diferentes: iSGLT2 (glicosúria + natriurese proximal) + furosemida (bloqueio Na-K-2Cl na alça). Depleção de volume aditiva.
📋Conduta Clinica
Em IC: associação é comum e benéfica. Reduzir furosemida em 25-50% ao iniciar iSGLT2 se euvolêmico. Hidratar adequadamente.
🔍O que monitorar
PA ortostática, creatinina, Na+, sinais de depleção (sede, hipotensão, oligúria).
↺Alternativas
Ajustar doses progressivamente. Se hipotensão: reduzir diurético de alça primeiro (iSGLT2 tem benefício de mortalidade em IC).
📚Referências
EMPEROR-Reduced/Preserved Trials; ESC IC Guidelines 2023; UpToDate 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Empagliflozina com Furosemida?
A combinação de Empagliflozina com Furosemida apresenta interação de gravidade moderada. Hipotensão, desidratação, IRA pré-renal, tontura, quedas em idosos. Cetoacidose diabética euglicêmica (rara). Em IC: associação é comum e benéfica. Reduzir furosemida em 25-50% ao iniciar iSGLT2 se euvolêmico. Hidratar adequadamente.
Empagliflozina e Furosemida interagem?
Sim, Empagliflozina e Furosemida possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve ambas causam natriurese e diurese por mecanismos diferentes: isglt2 (glicosúria + natriurese proximal) + furosemida (bloqueio na-k-2cl na alça). depleção de volume aditiva.. A conduta recomendada é: em ic: associação é comum e benéfica. reduzir furosemida em 25-50% ao iniciar isglt2 se euvolêmico. hidratar adequadamente..
Qual o risco de Empagliflozina com Furosemida?
O risco da associação Empagliflozina + Furosemida é classificado como MODERADA. Hipotensão, desidratação, IRA pré-renal, tontura, quedas em idosos. Cetoacidose diabética euglicêmica (rara). Monitorar: pa ortostática, creatinina, na+, sinais de depleção (sede, hipotensão, oligúria)..
Interações Relacionadas
Amiodarona é inibidor moderado da CYP2C9 (Ki ~5 µM), enzima primária no metabolismo da Glibenclamida. A inibição reduz a depuração hepática em 40-60%, aumentando a AUC da glibenclamida em 2-3x. Isso potencializa o risco de hipoglicemia grave, especialmente em idosos ou pacientes com insuficiência renal.
Amiodarona inibe fracamente a CYP3A4, mas a Sitagliptina é metabolizada minimamente (<15%) por essa via, sendo 80% excretada inalterada na urina. O aumento na exposição à sitagliptina é <10%, sem significado clínico.
Amiodarona inibe fracamente a CYP3A4, enzima que metaboliza a Dexametasona. No entanto, a dexametasona é um indutor potente da CYP3A4, o que pode contrabalançar a inibição. O efeito líquido é um aumento <30% na AUC da dexametasona, com relevância clínica apenas em doses altas (>8 mg/dia) ou uso crônico.
Amiodarona inibe fracamente a CYP3A4, mas a Prednisona é um pró-fármaco convertido a prednisolona (ativa) por hidroxiesteroides desidrogenases hepáticas, independentes de CYP. A prednisolona é metabolizada por múltiplas vias, com contribuição limitada da CYP3A4. O aumento na exposição à prednisolona é <20%, sem relevância clínica.
Atualizado em junho/2026
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