Efavirenz + Propranolol
⚠O que acontece
Sonolência diurna, tontura, comprometimento cognitivo e risco aumentado de quedas.
⚙Mecanismo
Efavirenz causa efeitos psicoativos (insônia, sonhos vívidos, tontura) via ação em receptores GABA e dopaminérgicos. Propranolol lipofílico cruza BHE e causa fadiga e depressão leve do SNC.
📋Conduta Clinica
Iniciar propranolol com dose baixa (10-20 mg 2x/dia). Evitar doses >120 mg/dia se possível. Orientar paciente a não dirigir nas primeiras 2 semanas.
🔍O que monitorar
Escala de sedação (0-10) e risco de queda (TUG test) nas consultas. PA e FC.
↺Alternativas
Usar atenolol ou bisoprolol (menor penetração no SNC).
📚Referências
FDA CNS Depression Alert; UpToDate 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Efavirenz com Propranolol?
A combinação de Efavirenz com Propranolol apresenta interação de gravidade moderada. Sonolência diurna, tontura, comprometimento cognitivo e risco aumentado de quedas. Iniciar propranolol com dose baixa (10-20 mg 2x/dia). Evitar doses >120 mg/dia se possível. Orientar paciente a não dirigir nas primeiras 2 semanas.
Efavirenz e Propranolol interagem?
Sim, Efavirenz e Propranolol possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve efavirenz causa efeitos psicoativos (insônia, sonhos vívidos, tontura) via ação em receptores gaba e dopaminérgicos. propranolol lipofílico cruza bhe e causa fadiga e depressão leve do snc.. A conduta recomendada é: iniciar propranolol com dose baixa (10-20 mg 2x/dia). evitar doses >120 mg/dia se possível. orientar paciente a não dirigir nas primeiras 2 semanas..
Qual o risco de Efavirenz com Propranolol?
O risco da associação Efavirenz + Propranolol é classificado como MODERADA. Sonolência diurna, tontura, comprometimento cognitivo e risco aumentado de quedas. Monitorar: escala de sedação (0-10) e risco de queda (tug test) nas consultas. pa e fc..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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