Diclofenaco + Topiramato
⚠O que acontece
Elevação de creatinina 20-40% e piora de acidose em 5-7 dias.
⚙Mecanismo
Diclofenaco reduz prostaglandinas renais. Topiramato induz acidose metabólica e hipocalemia, aumentando vulnerabilidade tubular.
📋Conduta Clinica
Limitar diclofenaco a 50 mg/dia por ≤5 dias; suplementar bicarbonato se HCO3- <18.
🔍O que monitorar
Creatinina, gasometria venosa e K+ basal + 72 h.
↺Alternativas
Paracetamol.
📚Referências
UpToDate 2024; KDIGO AKI Guidelines
Perguntas Frequentes
Pode tomar Diclofenaco com Topiramato?
A combinação de Diclofenaco com Topiramato apresenta interação de gravidade moderada. Elevação de creatinina 20-40% e piora de acidose em 5-7 dias. Limitar diclofenaco a 50 mg/dia por ≤5 dias; suplementar bicarbonato se HCO3- <18.
Diclofenaco e Topiramato interagem?
Sim, Diclofenaco e Topiramato possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve diclofenaco reduz prostaglandinas renais. topiramato induz acidose metabólica e hipocalemia, aumentando vulnerabilidade tubular.. A conduta recomendada é: limitar diclofenaco a 50 mg/dia por ≤5 dias; suplementar bicarbonato se hco3- <18..
Qual o risco de Diclofenaco com Topiramato?
O risco da associação Diclofenaco + Topiramato é classificado como MODERADA. Elevação de creatinina 20-40% e piora de acidose em 5-7 dias. Monitorar: creatinina, gasometria venosa e k+ basal + 72 h..
Interações Relacionadas
Diurético de alça reduz depuração renal do lítio em 25-40% por depleção de volume e menor filtração, elevando níveis séricos.
A furosemida causa depleção de volume e sódio, levando a um aumento compensatório na reabsorção tubular proximal de sódio e, consequentemente, de lítio. Isso pode elevar os níveis séricos de lítio em 25-40%, mesmo com função renal normal. Adicionalmente, o lítio pode causar diabetes insipidus nefrogênico, e a desidratação induzida pela furosemida exacerba o risco de toxicidade por lítio e lesão renal aguda.
Nefrotoxicidade aditiva. A gentamicina é um aminoglicosídeo que se acumula nas células tubulares renais proximais, causando necrose tubular aguda. A furosemida, ao causar depleção de volume e reduzir o fluxo sanguíneo renal, potencializa a concentração e a toxicidade tubular da gentamicina. A hipocalemia induzida pela furosemida também pode exacerbar o dano tubular.
Nefrotoxicidade aditiva. A vancomicina causa estresse oxidativo e dano mitocondrial nas células tubulares renais proximais. A furosemida, ao induzir depleção de volume e ativar o sistema renina-angiotensina-aldosterona, reduz a perfusão renal e potencializa a concentração tubular da vancomicina, exacerbando seu efeito tóxico direto. O risco é particularmente alto com níveis de vale de vancomicina > 20 mcg/mL.
Atualizado em junho/2026
Gerada por motor farmacologico com validacao por IA — Tier B
As informações desta página são de caráter educativo e não substituem a orientação de um profissional farmacêutico. Sempre consulte um farmacêutico antes de alterar sua medicação.