Diclofenaco + Naproxeno
⚠O que acontece
Insuficiência renal aguda funcional; creatinina pode dobrar em 48-72 h.
⚙Mecanismo
Dupla inibição de COX → redução acentuada de prostaglandinas renais e fluxo glomerular. Risco de AKI 3-5× maior que monoterapia.
📋Conduta Clinica
Nunca associar dois AINH. Usar apenas um (preferencialmente dose baixa e curta) ou substituir por paracetamol.
🔍O que monitorar
Creatinina basal e 48-72 h; eletrólitos e diurese.
↺Alternativas
Paracetamol 500 mg 6/6h ou dipirona.
📚Referências
UpToDate 2024; KDIGO AKI Guidelines
Perguntas Frequentes
Pode tomar Diclofenaco com Naproxeno?
A combinação de Diclofenaco com Naproxeno apresenta interação de gravidade grave. Insuficiência renal aguda funcional; creatinina pode dobrar em 48-72 h. Nunca associar dois AINH. Usar apenas um (preferencialmente dose baixa e curta) ou substituir por paracetamol.
Diclofenaco e Naproxeno interagem?
Sim, Diclofenaco e Naproxeno possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve dupla inibição de cox → redução acentuada de prostaglandinas renais e fluxo glomerular. risco de aki 3-5× maior que monoterapia.. A conduta recomendada é: nunca associar dois ainh. usar apenas um (preferencialmente dose baixa e curta) ou substituir por paracetamol..
Qual o risco de Diclofenaco com Naproxeno?
O risco da associação Diclofenaco + Naproxeno é classificado como GRAVE. Insuficiência renal aguda funcional; creatinina pode dobrar em 48-72 h. Monitorar: creatinina basal e 48-72 h; eletrólitos e diurese..
Interações Relacionadas
Diurético de alça reduz depuração renal do lítio em 25-40% por depleção de volume e menor filtração, elevando níveis séricos.
A furosemida causa depleção de volume e sódio, levando a um aumento compensatório na reabsorção tubular proximal de sódio e, consequentemente, de lítio. Isso pode elevar os níveis séricos de lítio em 25-40%, mesmo com função renal normal. Adicionalmente, o lítio pode causar diabetes insipidus nefrogênico, e a desidratação induzida pela furosemida exacerba o risco de toxicidade por lítio e lesão renal aguda.
Nefrotoxicidade aditiva. A gentamicina é um aminoglicosídeo que se acumula nas células tubulares renais proximais, causando necrose tubular aguda. A furosemida, ao causar depleção de volume e reduzir o fluxo sanguíneo renal, potencializa a concentração e a toxicidade tubular da gentamicina. A hipocalemia induzida pela furosemida também pode exacerbar o dano tubular.
Nefrotoxicidade aditiva. A vancomicina causa estresse oxidativo e dano mitocondrial nas células tubulares renais proximais. A furosemida, ao induzir depleção de volume e ativar o sistema renina-angiotensina-aldosterona, reduz a perfusão renal e potencializa a concentração tubular da vancomicina, exacerbando seu efeito tóxico direto. O risco é particularmente alto com níveis de vale de vancomicina > 20 mcg/mL.
Atualizado em junho/2026
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