Diazepam + Álcool
⚠O que acontece
Depressão respiratória, sedação profunda, coma, aspiração de vômito, ÓBITO. Potencialização é SUPRADITIVA (não apenas aditiva) — 2+2=8 em termos de depressão SNC. Causa frequente de óbito em overdose intencional e acidental.
⚙Mecanismo
Ambos são depressores do SNC via facilitação GABAérgica. Álcool potencializa o efeito do GABA-A (mesmo receptor alvo dos BZDs). Além disso, etanol agudo inibe CYP2E1/CYP3A4 → retarda metabolismo do diazepam → maior exposição.
📋Conduta Clinica
Orientar PROIBIÇÃO ABSOLUTA de álcool durante tratamento com BZD. Documentar em prontuário. Se paciente etilista: considerar alternativa não-GABAérgica para ansiedade/insônia.
🔍O que monitorar
↺Alternativas
Trazodona 25-50mg (sem potencialização com álcool residual). Melatonina.
📚Referências
Bulário ANVISA, FDA.
Perguntas Frequentes
Pode tomar Diazepam com Álcool?
A combinação de Diazepam com Álcool apresenta interação de gravidade grave. Depressão respiratória, sedação profunda, coma, aspiração de vômito, ÓBITO. Potencialização é SUPRADITIVA (não apenas aditiva) — 2+2=8 em termos de depressão SNC. Causa frequente de óbito em overdose intencional e acidental. Orientar PROIBIÇÃO ABSOLUTA de álcool durante tratamento com BZD. Documentar em prontuário. Se paciente etilista: considerar alternativa não-GABAérgica para ansiedade/insônia.
Diazepam e Álcool interagem?
Sim, Diazepam e Álcool possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve ambos são depressores do snc via facilitação gabaérgica. álcool potencializa o efeito do gaba-a (mesmo receptor alvo dos bzds). além disso, etanol agudo inibe cyp2e1/cyp3a4 → retarda metabolismo do diazepam → maior exposição.. A conduta recomendada é: orientar proibição absoluta de álcool durante tratamento com bzd. documentar em prontuário. se paciente etilista: considerar alternativa não-gabaérgica para ansiedade/insônia..
Qual o risco de Diazepam com Álcool?
O risco da associação Diazepam + Álcool é classificado como GRAVE. Depressão respiratória, sedação profunda, coma, aspiração de vômito, ÓBITO. Potencialização é SUPRADITIVA (não apenas aditiva) — 2+2=8 em termos de depressão SNC. Causa frequente de óbito em overdose intencional e acidental. Monitorar: .
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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