Dapagliflozina + Lítio
⚠O que acontece
Possível aumento de litemia com risco de toxicidade (tremor, confusão). Dados limitados mas mecanismo plausível.
⚙Mecanismo
iSGLT2 causa natriurese e desidratação leve. Lítio é reabsorvido junto com sódio no túbulo proximal. Desidratação → maior reabsorção de Na+ e Li+ → aumento de litemia.
📋Conduta Clinica
Monitorar litemia 1-2 semanas após início de iSGLT2. Orientar hidratação adequada. Dose baixa de iSGLT2 inicialmente.
🔍O que monitorar
Litemia semanal nas primeiras 3 semanas. Creatinina. Sinais de toxicidade por lítio.
↺Alternativas
Se DM2 + bipolar: metformina (sem efeito na litemia). DPP-4i são seguros. Avaliar risco-benefício individualmente.
📚Referências
Case reports; Pharmacological extrapolation; UpToDate 2024 (dados limitados)
Perguntas Frequentes
Pode tomar Dapagliflozina com Lítio?
A combinação de Dapagliflozina com Lítio apresenta interação de gravidade moderada. Possível aumento de litemia com risco de toxicidade (tremor, confusão). Dados limitados mas mecanismo plausível. Monitorar litemia 1-2 semanas após início de iSGLT2. Orientar hidratação adequada. Dose baixa de iSGLT2 inicialmente.
Dapagliflozina e Lítio interagem?
Sim, Dapagliflozina e Lítio possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve isglt2 causa natriurese e desidratação leve. lítio é reabsorvido junto com sódio no túbulo proximal. desidratação → maior reabsorção de na+ e li+ → aumento de litemia.. A conduta recomendada é: monitorar litemia 1-2 semanas após início de isglt2. orientar hidratação adequada. dose baixa de isglt2 inicialmente..
Qual o risco de Dapagliflozina com Lítio?
O risco da associação Dapagliflozina + Lítio é classificado como MODERADA. Possível aumento de litemia com risco de toxicidade (tremor, confusão). Dados limitados mas mecanismo plausível. Monitorar: litemia semanal nas primeiras 3 semanas. creatinina. sinais de toxicidade por lítio..
Interações Relacionadas
Amiodarona é inibidor moderado da CYP2C9 (Ki ~5 µM), enzima primária no metabolismo da Glibenclamida. A inibição reduz a depuração hepática em 40-60%, aumentando a AUC da glibenclamida em 2-3x. Isso potencializa o risco de hipoglicemia grave, especialmente em idosos ou pacientes com insuficiência renal.
Amiodarona inibe fracamente a CYP3A4, mas a Sitagliptina é metabolizada minimamente (<15%) por essa via, sendo 80% excretada inalterada na urina. O aumento na exposição à sitagliptina é <10%, sem significado clínico.
Amiodarona inibe fracamente a CYP3A4, enzima que metaboliza a Dexametasona. No entanto, a dexametasona é um indutor potente da CYP3A4, o que pode contrabalançar a inibição. O efeito líquido é um aumento <30% na AUC da dexametasona, com relevância clínica apenas em doses altas (>8 mg/dia) ou uso crônico.
Amiodarona inibe fracamente a CYP3A4, mas a Prednisona é um pró-fármaco convertido a prednisolona (ativa) por hidroxiesteroides desidrogenases hepáticas, independentes de CYP. A prednisolona é metabolizada por múltiplas vias, com contribuição limitada da CYP3A4. O aumento na exposição à prednisolona é <20%, sem relevância clínica.
Atualizado em junho/2026
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