Clonazepam + Codeína
⚠O que acontece
Sedação profunda, depressão respiratória, hipotensão, coma e morte.
⚙Mecanismo
Depressão sinérgica grave do SNC e respiratória: clonazepam potencializa GABA-A; codeína pró-fármaco metabolizado por CYP2D6 a morfina (agonista mu). Risco de depressão respiratória aumenta 3-10×.
📋Conduta Clinica
Evitar associação sempre que possível. Se inevitável: reduzir clonazepam para 0,25 mg/dia e codeína para 15-30 mg/dia, uso curto. Prescrever naloxona.
🔍O que monitorar
SpO2 contínuo ou a cada 4h; FR e nível de sedação nas primeiras 72h. Reavaliar diariamente.
↺Alternativas
Considerar paracetamol ou dipirona; para dor moderada usar tramadol isolado com cautela.
📚Referências
FDA Boxed Warning 2016; UpToDate 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Clonazepam com Codeína?
A combinação de Clonazepam com Codeína apresenta interação de gravidade grave. Sedação profunda, depressão respiratória, hipotensão, coma e morte. Evitar associação sempre que possível. Se inevitável: reduzir clonazepam para 0,25 mg/dia e codeína para 15-30 mg/dia, uso curto. Prescrever naloxona.
Clonazepam e Codeína interagem?
Sim, Clonazepam e Codeína possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve depressão sinérgica grave do snc e respiratória: clonazepam potencializa gaba-a; codeína pró-fármaco metabolizado por cyp2d6 a morfina (agonista mu). risco de depressão respiratória aumenta 3-10×.. A conduta recomendada é: evitar associação sempre que possível. se inevitável: reduzir clonazepam para 0,25 mg/dia e codeína para 15-30 mg/dia, uso curto. prescrever naloxona..
Qual o risco de Clonazepam com Codeína?
O risco da associação Clonazepam + Codeína é classificado como GRAVE. Sedação profunda, depressão respiratória, hipotensão, coma e morte. Monitorar: spo2 contínuo ou a cada 4h; fr e nível de sedação nas primeiras 72h. reavaliar diariamente..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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