Citalopram + Metoclopramida
⚠O que acontece
Prolongamento QTc aditivo. Risco de torsades de pointes especialmente em idosos, DRC, hipocalemia.
⚙Mecanismo
Citalopram prolonga QTc de forma dose-dependente (FDA limitou dose máxima a 40mg). Metoclopramida também prolonga QT em doses altas ou em renais crônicos.
📋Conduta Clinica
Limitar citalopram a 20mg/dia em >60 anos. Evitar metoclopramida por >5 dias. ECG se fatores de risco.
🔍O que monitorar
ECG com QTc, K+, Mg2+, função renal.
↺Alternativas
Ondansetrona (5-HT3, não prolonga QT na dose usual). Sertralina (menor prolongamento QT que citalopram).
📚Referências
FDA Safety Communication 2012; Micromedex 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Citalopram com Metoclopramida?
A combinação de Citalopram com Metoclopramida apresenta interação de gravidade moderada. Prolongamento QTc aditivo. Risco de torsades de pointes especialmente em idosos, DRC, hipocalemia. Limitar citalopram a 20mg/dia em >60 anos. Evitar metoclopramida por >5 dias. ECG se fatores de risco.
Citalopram e Metoclopramida interagem?
Sim, Citalopram e Metoclopramida possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve citalopram prolonga qtc de forma dose-dependente (fda limitou dose máxima a 40mg). metoclopramida também prolonga qt em doses altas ou em renais crônicos.. A conduta recomendada é: limitar citalopram a 20mg/dia em >60 anos. evitar metoclopramida por >5 dias. ecg se fatores de risco..
Qual o risco de Citalopram com Metoclopramida?
O risco da associação Citalopram + Metoclopramida é classificado como MODERADA. Prolongamento QTc aditivo. Risco de torsades de pointes especialmente em idosos, DRC, hipocalemia. Monitorar: ecg com qtc, k+, mg2+, função renal..
Interações Relacionadas
Interação complexa: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP2C9, enquanto a Fluoxetina é um potente inibidor da CYP2D6 e inibidor moderado da CYP3A4. Esta inibição mútua pode elevar os níveis de ambos os fármacos. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), resultando em um efeito aditivo significativo na repolarização ventricular.
Interação dupla: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6 e a CYP3A4, enzimas que metabolizam a Sertralina, podendo aumentar seus níveis. A Sertralina, por sua vez, é um inibidor moderado da CYP2D6, o que pode afetar o metabolismo da Amiodarona. 2) Ambos os fármacos bloqueiam os canais IKr (hERG), causando um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QTc.
Interação farmacocinética e farmacodinâmica: 1) A Amiodarona inibe a CYP2D6, a principal via de metabolismo da Paroxetina, podendo aumentar seus níveis. A Paroxetina é um potente inibidor da CYP2D6, o que pode reduzir a conversão da Amiodarona em seu metabólito ativo, alterando seu perfil de eficácia e toxicidade. 2) Ambos prolongam o intervalo QT por bloqueio dos canais IKr (hERG), com efeito aditivo.
Amiodarona inibe CYP2D6 e CYP3A4 (reduz conversão de venlafaxina para O-desmetilvenlafaxina), aumentando níveis de venlafaxina em 30-70% e reduzindo metabólito ativo.
Atualizado em junho/2026
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