Amicacina + Metotrexato
⚠O que acontece
IRA e toxicidade sistêmica por MTX (mielossupressão, mucosite). Creatinina pode dobrar em 48-72h.
⚙Mecanismo
Nefrotoxicidade aditiva e redução de clearance. Amicacina causa NTA; MTX em altas doses precipita como cristais no túbulo distal quando pH urinário <7. Redução de TFG aumenta exposição ao MTX.
📋Conduta Clinica
Evitar se possível. Se necessário: hidratação IV 3 L/m²/dia + alcalinização urinária (bicarbonato para pH >7,5); iniciar leucovorina 24h após MTX.
🔍O que monitorar
Creatinina, TFG e níveis de MTX a cada 24h até <0,1 µmol/L; hemograma diário; K+, Mg2+ e pH urinário.
↺Alternativas
Usar aminoglicosídeo com menor nefrotoxicidade ou pular dose de MTX se função renal instável.
📚Referências
UpToDate 2024; KDIGO; guidelines de MTX alta dose
Perguntas Frequentes
Pode tomar Amicacina com Metotrexato?
A combinação de Amicacina com Metotrexato apresenta interação de gravidade grave. IRA e toxicidade sistêmica por MTX (mielossupressão, mucosite). Creatinina pode dobrar em 48-72h. Evitar se possível. Se necessário: hidratação IV 3 L/m²/dia + alcalinização urinária (bicarbonato para pH >7,5); iniciar leucovorina 24h após MTX.
Amicacina e Metotrexato interagem?
Sim, Amicacina e Metotrexato possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve nefrotoxicidade aditiva e redução de clearance. amicacina causa nta; mtx em altas doses precipita como cristais no túbulo distal quando ph urinário <7. redução de tfg aumenta exposição ao mtx.. A conduta recomendada é: evitar se possível. se necessário: hidratação iv 3 l/m²/dia + alcalinização urinária (bicarbonato para ph >7,5); iniciar leucovorina 24h após mtx..
Qual o risco de Amicacina com Metotrexato?
O risco da associação Amicacina + Metotrexato é classificado como GRAVE. IRA e toxicidade sistêmica por MTX (mielossupressão, mucosite). Creatinina pode dobrar em 48-72h. Monitorar: creatinina, tfg e níveis de mtx a cada 24h até <0,1 µmol/l; hemograma diário; k+, mg2+ e ph urinário..
Interações Relacionadas
Diurético de alça reduz depuração renal do lítio em 25-40% por depleção de volume e menor filtração, elevando níveis séricos.
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Nefrotoxicidade aditiva. A gentamicina é um aminoglicosídeo que se acumula nas células tubulares renais proximais, causando necrose tubular aguda. A furosemida, ao causar depleção de volume e reduzir o fluxo sanguíneo renal, potencializa a concentração e a toxicidade tubular da gentamicina. A hipocalemia induzida pela furosemida também pode exacerbar o dano tubular.
Nefrotoxicidade aditiva. A vancomicina causa estresse oxidativo e dano mitocondrial nas células tubulares renais proximais. A furosemida, ao induzir depleção de volume e ativar o sistema renina-angiotensina-aldosterona, reduz a perfusão renal e potencializa a concentração tubular da vancomicina, exacerbando seu efeito tóxico direto. O risco é particularmente alto com níveis de vale de vancomicina > 20 mcg/mL.
Atualizado em junho/2026
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