Sulfametoxazol-Trimetoprima + Metotrexato
⚠O que acontece
Pancitopenia grave (aplasia medular), mucosite severa, insuficiência renal, risco de sepse por neutropenia.
⚙Mecanismo
TMP compete com MTX pela secreção tubular renal via OAT1/OAT3 e ambos inibem a diidrofolato redutase, potencializando a depleção de folato.
📋Conduta Clinica
EVITAR ASSOCIAÇÃO. Se necessário, aumentar ácido folínico (leucovorin) para 15mg/m² 6/6h por 72h. Monitorar hemograma diariamente.
🔍O que monitorar
Hemograma completo diário, creatinina, nível de MTX, mucosite, febre
↺Alternativas
Dapsona para profilaxia de Pneumocystis. Atovaquona se disponível.
📚Referências
Micromedex 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Sulfametoxazol-Trimetoprima com Metotrexato?
A combinação de Sulfametoxazol-Trimetoprima com Metotrexato apresenta interação de gravidade grave. Pancitopenia grave (aplasia medular), mucosite severa, insuficiência renal, risco de sepse por neutropenia. EVITAR ASSOCIAÇÃO. Se necessário, aumentar ácido folínico (leucovorin) para 15mg/m² 6/6h por 72h. Monitorar hemograma diariamente.
Sulfametoxazol-Trimetoprima e Metotrexato interagem?
Sim, Sulfametoxazol-Trimetoprima e Metotrexato possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve tmp compete com mtx pela secreção tubular renal via oat1/oat3 e ambos inibem a diidrofolato redutase, potencializando a depleção de folato.. A conduta recomendada é: evitar associação. se necessário, aumentar ácido folínico (leucovorin) para 15mg/m² 6/6h por 72h. monitorar hemograma diariamente..
Qual o risco de Sulfametoxazol-Trimetoprima com Metotrexato?
O risco da associação Sulfametoxazol-Trimetoprima + Metotrexato é classificado como GRAVE. Pancitopenia grave (aplasia medular), mucosite severa, insuficiência renal, risco de sepse por neutropenia. Monitorar: hemograma completo diário, creatinina, nível de mtx, mucosite, febre.
Interações Relacionadas
Rifabutina é indutora potente de CYP3A4 (principal via de metabolização da amiodarona). Redução estimada de 40-60% nos níveis de amiodarona.
Claritromicina inibe fortemente CYP3A4 aumentando níveis de amiodarona + bloqueio aditivo hERG.
Amiodarona é inibidor moderado da CYP3A4 (Ki ~10-15 µM), principal via de metabolização da Eritromicina (substrato sensível da CYP3A4). A coadministração pode aumentar a AUC da Eritromicina em 2-4 vezes, elevando significativamente o risco de cardiotoxicidade.
Verapamil inibe CYP3A4 (Ki ~2-5 µM), principal via de metabolização da Rifabutina (contribuição CYP3A4 ~80%). Estudos mostram aumento da AUC da Rifabutina em 50-100% com inibidores moderados de CYP3A4. Rifabutina é indutor fraco de CYP3A4, podendo reduzir níveis de Verapamil em 20-30% com uso crônico (>2 semanas).
Atualizado em junho/2026
Revisada por equipe farmaceutica — Tier A
As informações desta página são de caráter educativo e não substituem a orientação de um profissional farmacêutico. Sempre consulte um farmacêutico antes de alterar sua medicação.