Metronidazol + Álcool
⚠O que acontece
Reação disulfiram-like: rubor facial intenso, náuseas, vômitos, taquicardia, hipotensão, cefaleia, dispneia.
⚙Mecanismo
Metronidazol inibe a aldeído desidrogenase hepática, causando acúmulo de acetaldeído similar ao efeito do dissulfiram.
📋Conduta Clinica
Contraindicado consumo de álcool durante tratamento e até 72h após o término. Orientar sobre álcool oculto em medicamentos e alimentos.
🔍O que monitorar
Orientação ao paciente, verificar uso de formulações contendo álcool
↺Alternativas
Não há alternativa ao metronidazol para infecções anaeróbias — manter abstinência alcoólica.
📚Referências
Micromedex 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Metronidazol com Álcool?
A combinação de Metronidazol com Álcool apresenta interação de gravidade grave. Reação disulfiram-like: rubor facial intenso, náuseas, vômitos, taquicardia, hipotensão, cefaleia, dispneia. Contraindicado consumo de álcool durante tratamento e até 72h após o término. Orientar sobre álcool oculto em medicamentos e alimentos.
Metronidazol e Álcool interagem?
Sim, Metronidazol e Álcool possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve metronidazol inibe a aldeído desidrogenase hepática, causando acúmulo de acetaldeído similar ao efeito do dissulfiram.. A conduta recomendada é: contraindicado consumo de álcool durante tratamento e até 72h após o término. orientar sobre álcool oculto em medicamentos e alimentos..
Qual o risco de Metronidazol com Álcool?
O risco da associação Metronidazol + Álcool é classificado como GRAVE. Reação disulfiram-like: rubor facial intenso, náuseas, vômitos, taquicardia, hipotensão, cefaleia, dispneia. Monitorar: orientação ao paciente, verificar uso de formulações contendo álcool.
Interações Relacionadas
Rifabutina é indutora potente de CYP3A4 (principal via de metabolização da amiodarona). Redução estimada de 40-60% nos níveis de amiodarona.
Claritromicina inibe fortemente CYP3A4 aumentando níveis de amiodarona + bloqueio aditivo hERG.
Amiodarona é inibidor moderado da CYP3A4 (Ki ~10-15 µM), principal via de metabolização da Eritromicina (substrato sensível da CYP3A4). A coadministração pode aumentar a AUC da Eritromicina em 2-4 vezes, elevando significativamente o risco de cardiotoxicidade.
Verapamil inibe CYP3A4 (Ki ~2-5 µM), principal via de metabolização da Rifabutina (contribuição CYP3A4 ~80%). Estudos mostram aumento da AUC da Rifabutina em 50-100% com inibidores moderados de CYP3A4. Rifabutina é indutor fraco de CYP3A4, podendo reduzir níveis de Verapamil em 20-30% com uso crônico (>2 semanas).
Atualizado em junho/2026
Revisada por equipe farmaceutica — Tier A
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