Isoniazida + Claritromicina
⚠O que acontece
Aumento de níveis de claritromicina com risco de prolongamento QTc e toxicidade gastrintestinal.
⚙Mecanismo
Isoniazida inibe CYP3A4, principal enzima metabolizadora da claritromicina, elevando sua concentração.
📋Conduta Clinica
Reduzir claritromicina para 250 mg 12/12h ou 500 mg 1x/dia. Evitar em pacientes com QT prolongado basal.
🔍O que monitorar
ECG com QTc, TGO/TGP e sintomas gastrintestinais.
↺Alternativas
Azitromicina (menor interação com CYP3A4).
📚Referências
Flockhart Drug Interactions Table; Micromedex 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Isoniazida com Claritromicina?
A combinação de Isoniazida com Claritromicina apresenta interação de gravidade moderada. Aumento de níveis de claritromicina com risco de prolongamento QTc e toxicidade gastrintestinal. Reduzir claritromicina para 250 mg 12/12h ou 500 mg 1x/dia. Evitar em pacientes com QT prolongado basal.
Isoniazida e Claritromicina interagem?
Sim, Isoniazida e Claritromicina possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve isoniazida inibe cyp3a4, principal enzima metabolizadora da claritromicina, elevando sua concentração.. A conduta recomendada é: reduzir claritromicina para 250 mg 12/12h ou 500 mg 1x/dia. evitar em pacientes com qt prolongado basal..
Qual o risco de Isoniazida com Claritromicina?
O risco da associação Isoniazida + Claritromicina é classificado como MODERADA. Aumento de níveis de claritromicina com risco de prolongamento QTc e toxicidade gastrintestinal. Monitorar: ecg com qtc, tgo/tgp e sintomas gastrintestinais..
Interações Relacionadas
Rifabutina é indutora potente de CYP3A4 (principal via de metabolização da amiodarona). Redução estimada de 40-60% nos níveis de amiodarona.
Claritromicina inibe fortemente CYP3A4 aumentando níveis de amiodarona + bloqueio aditivo hERG.
Amiodarona é inibidor moderado da CYP3A4 (Ki ~10-15 µM), principal via de metabolização da Eritromicina (substrato sensível da CYP3A4). A coadministração pode aumentar a AUC da Eritromicina em 2-4 vezes, elevando significativamente o risco de cardiotoxicidade.
Verapamil inibe CYP3A4 (Ki ~2-5 µM), principal via de metabolização da Rifabutina (contribuição CYP3A4 ~80%). Estudos mostram aumento da AUC da Rifabutina em 50-100% com inibidores moderados de CYP3A4. Rifabutina é indutor fraco de CYP3A4, podendo reduzir níveis de Verapamil em 20-30% com uso crônico (>2 semanas).
Atualizado em junho/2026
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