Fluvoxamina + Vincristina
⚠O que acontece
Aumento de níveis com risco elevado de neurotoxicidade periférica, íleo paralítico e mielossupressão secundária.
⚙Mecanismo
Fluvoxamina inibe moderadamente CYP3A4. Vincristina é substrato de CYP3A4.
📋Conduta Clinica
Evitar associação. Se indispensável, reduzir dose de vincristina em 25-50% e monitorar sintomas neurológicos.
🔍O que monitorar
Exame neurológico, hemograma, sinais de íleo, reflexos.
↺Alternativas
Mirtazapina ou sertralina.
📚Referências
Flockhart Drug Interactions Table; Micromedex 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Fluvoxamina com Vincristina?
A combinação de Fluvoxamina com Vincristina apresenta interação de gravidade grave. Aumento de níveis com risco elevado de neurotoxicidade periférica, íleo paralítico e mielossupressão secundária. Evitar associação. Se indispensável, reduzir dose de vincristina em 25-50% e monitorar sintomas neurológicos.
Fluvoxamina e Vincristina interagem?
Sim, Fluvoxamina e Vincristina possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve fluvoxamina inibe moderadamente cyp3a4. vincristina é substrato de cyp3a4.. A conduta recomendada é: evitar associação. se indispensável, reduzir dose de vincristina em 25-50% e monitorar sintomas neurológicos..
Qual o risco de Fluvoxamina com Vincristina?
O risco da associação Fluvoxamina + Vincristina é classificado como GRAVE. Aumento de níveis com risco elevado de neurotoxicidade periférica, íleo paralítico e mielossupressão secundária. Monitorar: exame neurológico, hemograma, sinais de íleo, reflexos..
Interações Relacionadas
Amiodarona inibe CYP3A4 (inibidor moderado, aumenta AUC de imatinibe ~1,5-2,5x). Imatinibe é substrato principal de CYP3A4.
Amiodarona inibe CYP3A4 (aumento de AUC de erlotinibe ~1,5-2x). Erlotinibe é substrato de CYP3A4 e tem risco QT.
Amiodarona inibe CYP3A4 (aumento AUC sunitinibe ~1,5-2,5x) e ambos prolongam QT via bloqueio hERG.
Amiodarona é inibidor moderado da CYP2D6 e CYP3A4. O Tamoxifeno é um pró-fármaco metabolizado principalmente pela CYP2D6 em endoxifeno (metabólito ativo 100x mais potente) e pela CYP3A4 em N-desmetil-tamoxifeno. A inibição da CYP2D6 pode reduzir a formação de endoxifeno em 30-50%, comprometendo a eficácia antitumoral. Paradoxalmente, a inibição da CYP3A4 pode aumentar os níveis do Tamoxifeno inalterado, contribuindo para efeitos adversos.
Atualizado em junho/2026
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