Eritromicina + Teofilina
⚠O que acontece
Elevação moderada dos níveis de teofilina com náuseas, tremor, taquicardia. Convulsões em casos de níveis > 30 mcg/mL.
⚙Mecanismo
Eritromicina inibe CYP3A4 e CYP1A2 (em menor grau), reduzindo o clearance da teofilina em 20-35%.
📋Conduta Clinica
Reduzir dose de teofilina em 25% ao iniciar eritromicina. Monitorar teofilinemia em 48-72h. Manter 10-15 mcg/mL.
🔍O que monitorar
Nível sérico de teofilina, frequência cardíaca, sintomas GI e neurológicos
↺Alternativas
Azitromicina não interage significativamente com teofilina. Claritromicina tem interação intermediária.
📚Referências
UpToDate 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Eritromicina com Teofilina?
A combinação de Eritromicina com Teofilina apresenta interação de gravidade moderada. Elevação moderada dos níveis de teofilina com náuseas, tremor, taquicardia. Convulsões em casos de níveis > 30 mcg/mL. Reduzir dose de teofilina em 25% ao iniciar eritromicina. Monitorar teofilinemia em 48-72h. Manter 10-15 mcg/mL.
Eritromicina e Teofilina interagem?
Sim, Eritromicina e Teofilina possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve eritromicina inibe cyp3a4 e cyp1a2 (em menor grau), reduzindo o clearance da teofilina em 20-35%.. A conduta recomendada é: reduzir dose de teofilina em 25% ao iniciar eritromicina. monitorar teofilinemia em 48-72h. manter 10-15 mcg/ml..
Qual o risco de Eritromicina com Teofilina?
O risco da associação Eritromicina + Teofilina é classificado como MODERADA. Elevação moderada dos níveis de teofilina com náuseas, tremor, taquicardia. Convulsões em casos de níveis > 30 mcg/mL. Monitorar: nível sérico de teofilina, frequência cardíaca, sintomas gi e neurológicos.
Interações Relacionadas
Rifabutina é indutora potente de CYP3A4 (principal via de metabolização da amiodarona). Redução estimada de 40-60% nos níveis de amiodarona.
Claritromicina inibe fortemente CYP3A4 aumentando níveis de amiodarona + bloqueio aditivo hERG.
Amiodarona é inibidor moderado da CYP3A4 (Ki ~10-15 µM), principal via de metabolização da Eritromicina (substrato sensível da CYP3A4). A coadministração pode aumentar a AUC da Eritromicina em 2-4 vezes, elevando significativamente o risco de cardiotoxicidade.
Verapamil inibe CYP3A4 (Ki ~2-5 µM), principal via de metabolização da Rifabutina (contribuição CYP3A4 ~80%). Estudos mostram aumento da AUC da Rifabutina em 50-100% com inibidores moderados de CYP3A4. Rifabutina é indutor fraco de CYP3A4, podendo reduzir níveis de Verapamil em 20-30% com uso crônico (>2 semanas).
Atualizado em junho/2026
Revisada por equipe farmaceutica — Tier A
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