Clindamicina + Eritromicina
⚠O que acontece
Antagonismo farmacológico com possível redução da eficácia antimicrobiana de ambos os fármacos.
⚙Mecanismo
Ambos ligam-se à subunidade 50S ribossomal em sítios sobrepostos. Eritromicina (bacteriostático) pode antagonizar clindamicina competindo pelo mesmo sítio de ligação.
📋Conduta Clinica
EVITAR associação. Não há benefício em combinar dois inibidores de 50S. Escolher apenas um conforme sensibilidade.
🔍O que monitorar
Resposta clínica, culturas de controle
↺Alternativas
Se necessário ampliar espectro, associar clindamicina com fluoroquinolona ou aminoglicosídeo.
📚Referências
Micromedex 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Clindamicina com Eritromicina?
A combinação de Clindamicina com Eritromicina apresenta interação de gravidade moderada. Antagonismo farmacológico com possível redução da eficácia antimicrobiana de ambos os fármacos. EVITAR associação. Não há benefício em combinar dois inibidores de 50S. Escolher apenas um conforme sensibilidade.
Clindamicina e Eritromicina interagem?
Sim, Clindamicina e Eritromicina possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve ambos ligam-se à subunidade 50s ribossomal em sítios sobrepostos. eritromicina (bacteriostático) pode antagonizar clindamicina competindo pelo mesmo sítio de ligação.. A conduta recomendada é: evitar associação. não há benefício em combinar dois inibidores de 50s. escolher apenas um conforme sensibilidade..
Qual o risco de Clindamicina com Eritromicina?
O risco da associação Clindamicina + Eritromicina é classificado como MODERADA. Antagonismo farmacológico com possível redução da eficácia antimicrobiana de ambos os fármacos. Monitorar: resposta clínica, culturas de controle.
Interações Relacionadas
Rifabutina é indutora potente de CYP3A4 (principal via de metabolização da amiodarona). Redução estimada de 40-60% nos níveis de amiodarona.
Claritromicina inibe fortemente CYP3A4 aumentando níveis de amiodarona + bloqueio aditivo hERG.
Amiodarona é inibidor moderado da CYP3A4 (Ki ~10-15 µM), principal via de metabolização da Eritromicina (substrato sensível da CYP3A4). A coadministração pode aumentar a AUC da Eritromicina em 2-4 vezes, elevando significativamente o risco de cardiotoxicidade.
Verapamil inibe CYP3A4 (Ki ~2-5 µM), principal via de metabolização da Rifabutina (contribuição CYP3A4 ~80%). Estudos mostram aumento da AUC da Rifabutina em 50-100% com inibidores moderados de CYP3A4. Rifabutina é indutor fraco de CYP3A4, podendo reduzir níveis de Verapamil em 20-30% com uso crônico (>2 semanas).
Atualizado em junho/2026
Revisada por equipe farmaceutica — Tier A
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