Amoxicilina + Varfarina
⚠O que acontece
Aumento discreto do INR (geralmente < 0,5 unidades), raramente clinicamente significativo em cursos curtos.
⚙Mecanismo
Amoxicilina pode alterar a flora intestinal produtora de vitamina K, reduzindo a síntese bacteriana e potencializando levemente o efeito anticoagulante.
📋Conduta Clinica
Monitorar INR se curso > 7 dias ou se paciente com INR instável previamente. Ajuste de dose geralmente desnecessário.
🔍O que monitorar
INR semanal durante antibioticoterapia prolongada
↺Alternativas
Não é necessário substituir — risco é baixo com cursos curtos.
📚Referências
Bula ANVISA
Perguntas Frequentes
Pode tomar Amoxicilina com Varfarina?
A combinação de Amoxicilina com Varfarina apresenta interação de gravidade leve. Aumento discreto do INR (geralmente < 0,5 unidades), raramente clinicamente significativo em cursos curtos. Monitorar INR se curso > 7 dias ou se paciente com INR instável previamente. Ajuste de dose geralmente desnecessário.
Amoxicilina e Varfarina interagem?
Sim, Amoxicilina e Varfarina possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve amoxicilina pode alterar a flora intestinal produtora de vitamina k, reduzindo a síntese bacteriana e potencializando levemente o efeito anticoagulante.. A conduta recomendada é: monitorar inr se curso > 7 dias ou se paciente com inr instável previamente. ajuste de dose geralmente desnecessário..
Qual o risco de Amoxicilina com Varfarina?
O risco da associação Amoxicilina + Varfarina é classificado como LEVE. Aumento discreto do INR (geralmente < 0,5 unidades), raramente clinicamente significativo em cursos curtos. Monitorar: inr semanal durante antibioticoterapia prolongada.
Interações Relacionadas
Rifabutina é indutora potente de CYP3A4 (principal via de metabolização da amiodarona). Redução estimada de 40-60% nos níveis de amiodarona.
Claritromicina inibe fortemente CYP3A4 aumentando níveis de amiodarona + bloqueio aditivo hERG.
Amiodarona é inibidor moderado da CYP3A4 (Ki ~10-15 µM), principal via de metabolização da Eritromicina (substrato sensível da CYP3A4). A coadministração pode aumentar a AUC da Eritromicina em 2-4 vezes, elevando significativamente o risco de cardiotoxicidade.
Verapamil inibe CYP3A4 (Ki ~2-5 µM), principal via de metabolização da Rifabutina (contribuição CYP3A4 ~80%). Estudos mostram aumento da AUC da Rifabutina em 50-100% com inibidores moderados de CYP3A4. Rifabutina é indutor fraco de CYP3A4, podendo reduzir níveis de Verapamil em 20-30% com uso crônico (>2 semanas).
Atualizado em junho/2026
Revisada por equipe farmaceutica — Tier A
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