Moxifloxacino + Ranolazina
⚠O que acontece
Prolongamento QTc > 500 ms com risco de torsades de pointes.
⚙Mecanismo
Ambos prolongam QT por bloqueio de canais hERG (IKr). Efeito aditivo e concentração-dependente. Moxifloxacino e ranolazina: risco conhecido (CredibleMeds).
📋Conduta Clinica
Evitar associação. Se indispensável: ECG basal e após 24-48 h. Manter K+ > 4.5 mEq/L e Mg2+ > 2.0 mg/dL. Dose de ranolazina ≤ 500 mg 2x/dia.
🔍O que monitorar
QTc seriados; sintomas de angina ou arritmia.
↺Alternativas
Substituir moxifloxacino por levofloxacino ou outro antibiótico.
📚Referências
CredibleMeds QT Drug List 2024; Micromedex 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Moxifloxacino com Ranolazina?
A combinação de Moxifloxacino com Ranolazina apresenta interação de gravidade grave. Prolongamento QTc > 500 ms com risco de torsades de pointes. Evitar associação. Se indispensável: ECG basal e após 24-48 h. Manter K+ > 4.5 mEq/L e Mg2+ > 2.0 mg/dL. Dose de ranolazina ≤ 500 mg 2x/dia.
Moxifloxacino e Ranolazina interagem?
Sim, Moxifloxacino e Ranolazina possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve ambos prolongam qt por bloqueio de canais herg (ikr). efeito aditivo e concentração-dependente. moxifloxacino e ranolazina: risco conhecido (crediblemeds).. A conduta recomendada é: evitar associação. se indispensável: ecg basal e após 24-48 h. manter k+ > 4.5 meq/l e mg2+ > 2.0 mg/dl. dose de ranolazina ≤ 500 mg 2x/dia..
Qual o risco de Moxifloxacino com Ranolazina?
O risco da associação Moxifloxacino + Ranolazina é classificado como GRAVE. Prolongamento QTc > 500 ms com risco de torsades de pointes. Monitorar: qtc seriados; sintomas de angina ou arritmia..
Interações Relacionadas
Amiodarona inibe CYP3A4, aumentando AUC de sinvastatina em 100-200%. FDA limitou sinvastatina a 20mg com amiodarona.
Amiodarona inibe a CYP3A4, enzima primária no metabolismo da Atorvastatina. Embora a Atorvastatina também tenha vias metabólicas secundárias, a inibição da CYP3A4 pela Amiodarona pode aumentar a AUC da Atorvastatina em aproximadamente 1,5 a 2 vezes, um efeito menos pronunciado do que com a Sinvastatina, mas ainda clinicamente relevante.
O mecanismo de interação não é primariamente pela CYP2C9, como afirmado. A Rosuvastatina é minimamente metabolizada (aproximadamente 10%) pela CYP2C9. A interação com Amiodarona é provavelmente multifatorial, envolvendo inibição de transportadores hepáticos como OATP1B1 e BCRP, dos quais a Rosuvastatina é substrato. A Amiodarona pode inibir esses transportadores, reduzindo a captação e excreção hepática da Rosuvastatina, aumentando sua exposição plasmática em cerca de 1,5 a 2 vezes.
Amiodarona é um inibidor potente da glicoproteína-P (P-gp) tanto no intestino quanto nos túbulos renais. A Digoxina é um substrato clássico da P-gp, e sua eliminação depende criticamente deste transportador. A inibição da P-gp pela Amiodarona reduz a secreção tubular renal e o efluxo intestinal da Digoxina, podendo aumentar seus níveis séricos em 70-100%, um efeito de grande magnitude e alta relevância clínica devido ao estreito índice terapêutico da Digoxina.
Atualizado em junho/2026
Gerada por motor farmacologico com validacao por IA — Tier B
As informações desta página são de caráter educativo e não substituem a orientação de um profissional farmacêutico. Sempre consulte um farmacêutico antes de alterar sua medicação.