Fenitoína + Apixabana

ModeradaRequer monitoramento — pode necessitar ajuste de dose
Validada por motor farmacologico

O que acontece

Possível redução modesta da anticoagulação com risco tromboembólico aumentado.

Mecanismo

Fenitoína induz CYP3A4 e P-gp. Apixabana é substrato parcial (~25% via CYP3A4), resultando em redução estimada de AUC de 15-30%. Menor impacto que rivaroxabana.

📋Conduta Clinica

Monitorar resposta clínica. Manter dose padrão de apixabana 5 mg 2x/dia e avaliar risco-benefício. Evitar em pacientes de alto risco trombótico.

🔍O que monitorar

Sinais de trombose, função renal, hemograma completo.

Alternativas

Considerar enoxaparina ou trocar fenitoína por levetiracetam.

📚Referências

Flockhart Drug Interactions Table; UpToDate 2024

Perguntas Frequentes

Pode tomar Fenitoína com Apixabana?

A combinação de Fenitoína com Apixabana apresenta interação de gravidade moderada. Possível redução modesta da anticoagulação com risco tromboembólico aumentado. Monitorar resposta clínica. Manter dose padrão de apixabana 5 mg 2x/dia e avaliar risco-benefício. Evitar em pacientes de alto risco trombótico.

Fenitoína e Apixabana interagem?

Sim, Fenitoína e Apixabana possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve fenitoína induz cyp3a4 e p-gp. apixabana é substrato parcial (~25% via cyp3a4), resultando em redução estimada de auc de 15-30%. menor impacto que rivaroxabana.. A conduta recomendada é: monitorar resposta clínica. manter dose padrão de apixabana 5 mg 2x/dia e avaliar risco-benefício. evitar em pacientes de alto risco trombótico..

Qual o risco de Fenitoína com Apixabana?

O risco da associação Fenitoína + Apixabana é classificado como MODERADA. Possível redução modesta da anticoagulação com risco tromboembólico aumentado. Monitorar: sinais de trombose, função renal, hemograma completo..

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Amiodarona + Sinvastatina

Amiodarona inibe CYP3A4, aumentando AUC de sinvastatina em 100-200%. FDA limitou sinvastatina a 20mg com amiodarona.

Grave
Amiodarona + Atorvastatina

Amiodarona inibe a CYP3A4, enzima primária no metabolismo da Atorvastatina. Embora a Atorvastatina também tenha vias metabólicas secundárias, a inibição da CYP3A4 pela Amiodarona pode aumentar a AUC da Atorvastatina em aproximadamente 1,5 a 2 vezes, um efeito menos pronunciado do que com a Sinvastatina, mas ainda clinicamente relevante.

Moderada
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O mecanismo de interação não é primariamente pela CYP2C9, como afirmado. A Rosuvastatina é minimamente metabolizada (aproximadamente 10%) pela CYP2C9. A interação com Amiodarona é provavelmente multifatorial, envolvendo inibição de transportadores hepáticos como OATP1B1 e BCRP, dos quais a Rosuvastatina é substrato. A Amiodarona pode inibir esses transportadores, reduzindo a captação e excreção hepática da Rosuvastatina, aumentando sua exposição plasmática em cerca de 1,5 a 2 vezes.

Moderada
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Amiodarona é um inibidor potente da glicoproteína-P (P-gp) tanto no intestino quanto nos túbulos renais. A Digoxina é um substrato clássico da P-gp, e sua eliminação depende criticamente deste transportador. A inibição da P-gp pela Amiodarona reduz a secreção tubular renal e o efluxo intestinal da Digoxina, podendo aumentar seus níveis séricos em 70-100%, um efeito de grande magnitude e alta relevância clínica devido ao estreito índice terapêutico da Digoxina.

Grave

Atualizado em junho/2026

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