Espironolactona + Trimetoprima

GraveRisco elevado — pode causar dano significativo ao paciente
Revisada por equipe farmaceutica

O que acontece

Hipercalemia grave, especialmente em idosos, DRC, diabéticos. K+ > 6.0, arritmias fatais.

Mecanismo

Trimetoprima bloqueia ENaC no túbulo distal (efeito tipo amilorida). Espironolactona antagoniza aldosterona. Duplo bloqueio da excreção de K+.

📋Conduta Clinica

Monitorar K+ em 3-5 dias. Evitar em DRC com K+ > 4.5. Considerar antibiótico alternativo.

🔍O que monitorar

K+ em 3, 5 e 7 dias durante antibioticoterapia. ECG se K+ > 5.5.

Alternativas

Nitrofurantoína ou cefalexina para ITU (sem efeito em K+). Amoxicilina+clavulanato.

📚Referências

CMAJ 2014; UpToDate 2024; Micromedex 2024

Perguntas Frequentes

Pode tomar Espironolactona com Trimetoprima?

A combinação de Espironolactona com Trimetoprima apresenta interação de gravidade grave. Hipercalemia grave, especialmente em idosos, DRC, diabéticos. K+ > 6.0, arritmias fatais. Monitorar K+ em 3-5 dias. Evitar em DRC com K+ > 4.5. Considerar antibiótico alternativo.

Espironolactona e Trimetoprima interagem?

Sim, Espironolactona e Trimetoprima possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve trimetoprima bloqueia enac no túbulo distal (efeito tipo amilorida). espironolactona antagoniza aldosterona. duplo bloqueio da excreção de k+.. A conduta recomendada é: monitorar k+ em 3-5 dias. evitar em drc com k+ > 4.5. considerar antibiótico alternativo..

Qual o risco de Espironolactona com Trimetoprima?

O risco da associação Espironolactona + Trimetoprima é classificado como GRAVE. Hipercalemia grave, especialmente em idosos, DRC, diabéticos. K+ > 6.0, arritmias fatais. Monitorar: k+ em 3, 5 e 7 dias durante antibioticoterapia. ecg se k+ > 5.5..

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Amiodarona inibe CYP3A4, aumentando AUC de sinvastatina em 100-200%. FDA limitou sinvastatina a 20mg com amiodarona.

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Grave

Atualizado em junho/2026

Revisada por equipe farmaceutica — Tier A

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