Anfotericina B + Furosemida
⚠O que acontece
Prolongamento QTc secundário à hipocalemia/hipomagnesemia; risco aumentado de arritmias em pacientes com depleção grave.
⚙Mecanismo
Efeito aditivo na depleção de potássio e magnésio. Anfotericina causa perda renal de K+ e Mg2+ por lesão tubular; furosemida potencializa via inibição de NKCC2. Hipocalemia prolonga repolarização ventricular.
📋Conduta Clinica
Manter K+ >4,0 mEq/L e Mg2+ >2,0 mg/dL antes e durante terapia. Reposição agressiva IV se necessário. Considerar dose reduzida de furosemida ou usar diurético poupador de K+.
🔍O que monitorar
Eletrólitos (K+, Mg2+) 2-3x/semana; ECG basal e se sintomas; creatinina diária.
↺Alternativas
Usar diurético poupador de potássio ou ajustar dose de anfotericina para formulação lipídica.
📚Referências
CredibleMeds (Conditional Risk); UpToDate 2024
Perguntas Frequentes
Pode tomar Anfotericina B com Furosemida?
A combinação de Anfotericina B com Furosemida apresenta interação de gravidade moderada. Prolongamento QTc secundário à hipocalemia/hipomagnesemia; risco aumentado de arritmias em pacientes com depleção grave. Manter K+ >4,0 mEq/L e Mg2+ >2,0 mg/dL antes e durante terapia. Reposição agressiva IV se necessário. Considerar dose reduzida de furosemida ou usar diurético poupador de K+.
Anfotericina B e Furosemida interagem?
Sim, Anfotericina B e Furosemida possuem interação medicamentosa documentada. O mecanismo envolve efeito aditivo na depleção de potássio e magnésio. anfotericina causa perda renal de k+ e mg2+ por lesão tubular; furosemida potencializa via inibição de nkcc2. hipocalemia prolonga repolarização ventricular.. A conduta recomendada é: manter k+ >4,0 meq/l e mg2+ >2,0 mg/dl antes e durante terapia. reposição agressiva iv se necessário. considerar dose reduzida de furosemida ou usar diurético poupador de k+..
Qual o risco de Anfotericina B com Furosemida?
O risco da associação Anfotericina B + Furosemida é classificado como MODERADA. Prolongamento QTc secundário à hipocalemia/hipomagnesemia; risco aumentado de arritmias em pacientes com depleção grave. Monitorar: eletrólitos (k+, mg2+) 2-3x/semana; ecg basal e se sintomas; creatinina diária..
Interações Relacionadas
Amiodarona inibe CYP3A4, aumentando AUC de sinvastatina em 100-200%. FDA limitou sinvastatina a 20mg com amiodarona.
Amiodarona inibe a CYP3A4, enzima primária no metabolismo da Atorvastatina. Embora a Atorvastatina também tenha vias metabólicas secundárias, a inibição da CYP3A4 pela Amiodarona pode aumentar a AUC da Atorvastatina em aproximadamente 1,5 a 2 vezes, um efeito menos pronunciado do que com a Sinvastatina, mas ainda clinicamente relevante.
O mecanismo de interação não é primariamente pela CYP2C9, como afirmado. A Rosuvastatina é minimamente metabolizada (aproximadamente 10%) pela CYP2C9. A interação com Amiodarona é provavelmente multifatorial, envolvendo inibição de transportadores hepáticos como OATP1B1 e BCRP, dos quais a Rosuvastatina é substrato. A Amiodarona pode inibir esses transportadores, reduzindo a captação e excreção hepática da Rosuvastatina, aumentando sua exposição plasmática em cerca de 1,5 a 2 vezes.
Amiodarona é um inibidor potente da glicoproteína-P (P-gp) tanto no intestino quanto nos túbulos renais. A Digoxina é um substrato clássico da P-gp, e sua eliminação depende criticamente deste transportador. A inibição da P-gp pela Amiodarona reduz a secreção tubular renal e o efluxo intestinal da Digoxina, podendo aumentar seus níveis séricos em 70-100%, um efeito de grande magnitude e alta relevância clínica devido ao estreito índice terapêutico da Digoxina.
Atualizado em junho/2026
Gerada por motor farmacologico com validacao por IA — Tier B
As informações desta página são de caráter educativo e não substituem a orientação de um profissional farmacêutico. Sempre consulte um farmacêutico antes de alterar sua medicação.